Jennifer Lopez e Drake postam fotos abraçados e viram assunto nas redes sociais

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O ano de 2016 está no fim mas continua cheio de acontecimentos. Na manhã desta quarta-feira, 28, muitos fãs de Rihanna começaram a especular que ela parou de seguir o ex Drake e Jennifer Lopez no Instagram após os dois terem postado uma foto juntos abraçados.
 
Primeiro, Drake postou a foto e, uma hora depois, J-Lo postou a mesma imagem, e ambos não fizeram nenhuma legenda. Os seguidores então ficaram confusos e muitos comentaram: "Ahn?", "O que é isso?" "Isso é real?".
 
Pouco tempo depois das postagens, o nome de Rihanna, Jennifer e Drake virou um dos tópicos mais comentados no Twitter mundial. No Twitter, os internautas têm opiniões divididas: uns acham Rihanna ficou abalada com a situação, enquanto outros acreditam que Rihanna não está 'nem aí' para o novo suposto relacionamento e nunca chegou a seguir os dois na rede social. Além disso, nem todos acreditam que eles estão realmente juntos.
 
No dia 23 deste mês, o site The Sun já havia publicado que J-Lo e Drake estariam namorando.

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Angelina Jolie fala pela 1ª vez sobre divórcio: 'sempre seremos uma família'

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Nesta segunda-feira, 20, o site do canal BBC publicou uma entrevista com Angelina Jolie, na qual a atriz fala pela primeira vez sobre o fim do casamento com o também ator Brad Pitt. Angelina deixou claro que este ainda é um assunto difícil para ela e sua família.

"Não quero falar muito sobre isso, só que dizer que foi um momento muito difícil e que nós somos uma família. Muitas pessoas se encontram nessa situação também, minha família inteira está enfrentando esse momento complicado. Meu foco está nas minhas crianças, nossas crianças. Meu foco é achar a saída", disse Angelina.

A atriz ressaltou, porém, que Pitt sempre será parte de sua família pois é pai das crianças. "Nós somos e sempre seremos uma família. Estou tentando achar o caminho para sermos mais fortes e próximos", falou. Os dois são pais de Knox, Vivenne, Shiloh, Maddox, Pax e Zahara.

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[Artigo] Década perdida

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O PT governou o Brasil por 13 anos e não foi capaz de alavancar a qualidade do ensino. Figuramos entre os piores do mundo em desempenho escolar! Temos severas dificuldades em alfabetizar crianças: segundo o MEC, 89% dos alunos de 3º ano do ensino fundamental não foram alfabetizados adequadamente. Em educação, a única conclusão plausível, baseada em dados, é de que tivemos uma década perdida.
 
A herança maldita motivou o atual governo propor a reforma do ensino médio, com ênfase na flexibilização e no fomento ao ensino técnico. Os elementos da reforma são reivindicações de mais de duas décadas. Não há um estudioso sério e bem-intencionado que não enxergue a necessidade de reformar o ensino secundário.
 
De todas as etapas educacionais, o ensino médio é o mais fraco. Segundo a Prova Brasil, avaliação institucional do MEC, houve involução no desempenho de nossos secundaristas. O PISA, avaliação internacional promovida pela OCDE, constatou que nossos estudantes de 15 anos sofrem com deficiências básicas em leitura, matemática e ciências. O PT deve desculpas aos brasileiros por tanta incompetência e descaso.
 
Entretanto, eles se esforçam em travar a reforma e criam confusões de toda ordem. Pior, utilizaram estudantes como massa de manobra para promoção de seus interesses políticos e partidários. Chegaram ao cúmulo de promover invasões e depredações de escolas em todo país. Sem nenhuma dor na consciência, fomentaram espetáculos grosseiros e desrespeitaram os que queriam estudar. De fato, cercearam o direito constitucional dos estudantes à educação. Provaram ter como único interesse doutrinar, e manipular nossa juventude para preservar hegemonia de pensamento distorcendo a realidade.
 
As invasões, tratadas irresponsavelmente como ocupações, prejudicaram ano letivo e geraram gastos desnecessários com aplicação duplicada do Enem. Para eles pouco importa, pois quem pagou a conta das invasões foi o trabalhador.
 
Fingem defender trabalhadores com uma retórica atrasada e bolorenta, mas nada fizeram de concreto para elevar o nível de aprendizagem dos estudantes. O investimento público em educação triplicou e a qualidade não se moveu. Há maior incompetência? Forem eles que propagaram a falsa ideia de que o grave problema educacional do país seria resolvido com mais dinheiro. Tentaram aplicar uma solução simplista para um problema complexo. O resultado foi um retumbante fracasso.
 
A reforma do ensino médio é o primeiro passo para colocar nos trilhos o ensino nacional. Quem defende a educação não pode ficar contra uma reforma óbvia e necessária. Entretanto, muito mais é preciso ser feito. Eis algumas medidas que serão imprescindíveis: mudar a formação dos professores, substituir métodos de alfabetização anticientíficos hoje vigentes, retomar a disciplina em sala de aula, instituir a lei da Escola sem Partido, melhorar a gestão dos sistemas, apoiar municípios mais frágeis economicamente, valorizar o trabalho do magistério, dentre outras medidas urgentes.
 
A educação é tema vital para a nação. Na Política, livro VIII, capítulo I, o grande filósofo Aristóteles, nascido em 384 e falecido em 322 a.C, nos revela: “Ninguém contestará que a educação dos jovens requer uma atenção especial do legislador, pois a negligência das cidades a este respeito é nociva aos respectivos governos; a educação deve ser adequada a cada forma de governo, porquanto o caráter específico de cada constituição a resguarda e mesmo lhe dá bases firmes desde o princípio – por exemplo, o caráter democrático cria a democracia e o caráter oligárquico a oligarquia, e o melhor caráter sempre origina uma constituição melhor”. Vamos cumprir a Constituição e preservar a pluralidade, basta de ideologia no ensino, escola é lugar de estudar e aprender e não de palanque político.