'Nude' de Juliana Paes em minissérie da Globo quebra as redes sociais

Compartilhe esse conteúdo

Juliana Paes, que interpreta Zana na minissérie Dois Imãos, da TV Globo, foi o assunto da noite desta terça-feira nas redes sociais ao aparecer nua durante cena de sexo com o marido, Halim, interpretado por Antonio Calloni.
 
O nome da atriz esteve entre os assuntos mais comentados do Twitter durante a noite. A sua boa forma foi exaltada pela maioria dos usuários, além de, claro, elogiarem a sua atuação de destaque na trama. "Juliana Paes arrasando em Dois Irmãos, escreveu a escritora Glória Peres.
 
Entenda a história:
 
A trama da minissérie se inicia em Manaus, 1920, e segue até os anos 1980. Zana, personagem vivida por três atrizes (Gabriella Mustafá/ Juliana Paes / Eliane Giardini), de acordo com que o tempo na história se passa, se envolve com Halim, interpretado pelos atores Bruno Anacleto, Antonio Calloni e Antônio Fagundes. Ela se torna mãe dos gêmeos Omar e Yaqub (Lorenzo Enrico / Matheus Abreu / Cauã Reymond). O segundo a nascer, batizado de 'Caçula', é Omar, que se torna o preferido da mãe Zana. A disputa pelo amor da mãe se torna um dos pontos de discórdia dos gêmeos e o desenrolar desse ciúme envolve a minissérie "Dois Irmãos".
 
 

[Artigo] Carnaval é feriado?

Compartilhe esse conteúdo

Esta semana, após questionamento feito por uma das funcionárias que presta serviço na minha residência, parei para fazer a seguinte reflexão: Carnaval é feriado, ponto facultativo ou dia normal de trabalho?

A Lei nº 9.093/95, que dispõe sobre os feriados civis, estabelece que sejam feriados somente aqueles declarados em Lei Federal ou Estadual, quando se tratar da data magna do Estado.

Também são considerados feriados religiosos os dias de guarda, conforme o costume ou tradição local, declarados em Lei Municipal, os quais não poderão ser em número maior do que 4 (quatro) dias no ano, já incluso neste, a sexta-feira da paixão, de acordo com o artigo 2º da referida lei.

A Lei nº 10.607/2002, que dispõe sobre os feriados nacionais, estabelece como sendo feriados nacionais os dias:
• 1º de janeiro → (Confraternização Universal - Ano Novo);
• Sexta-feira da Paixão → Data móvel (art. 2º da Lei nº 9.093/95)
• 21 de abril → (Tiradentes);
• 1° de maio → (Dia do Trabalho);
• 7 de setembro → (Independência do Brasil);
• 12 de outubro → (Nossa Senhora Aparecida);
• 2 de novembro → (Finados);
• 15 de novembro → (Proclamação da República); e,
• 25 de dezembro → (Natal).

Clarividente está, portanto, que o carnaval, apesar de ser considerado uma das festas mais populares do país, não está incluído na listagem que estabelece os feriados nacionais. No entanto, aos Estados e aos Municípios é permitida a fixação de seus feriados, tendo em vista que a lei possibilita definir os feriados de acordo com a tradição local, desde que esse número não seja superior a quatro por ano.

Ou seja, os Estados ou os Municípios podem, através de legislação local, como é o caso do Rio de Janeiro, por exemplo, que através da Lei 5.243/2008, declarou a terça-feira de carnaval como sendo feriado Estadual, determinar que este dia seja feriado, mas esta iniciativa não ocorreu  com o Estado do Rio Grande do Norte, tampouco com o Município de Natal, tendo este último assinalado a terça-feira de carnaval, que neste ano será no dia 28/02/2017, como sendo mero ponto facultativo, cabendo às empresas privadas e aos empregadores domésticos decidirem se os empregados trabalharão ou não.

Há empresas e empregadores que, considerando a tradição desta festa na cultura do povo brasileiro, costumam, por mera liberalidade, dispensar os seus empregados do trabalho na terça-feira de carnaval. Esta tradição induz muitos trabalhadores a acreditarem que tal dia é feriado e que, portanto, não precisariam exercer as suas atividades nos seus locais de trabalho. Este imbróglio ocorre, também, em face de que, na maioria dos calendários brasileiros, a terça-feira de carnaval está grifada em vermelho, indicando, equivocadamente, que se trata de feriado nacional, quando na realidade não o é.

Já a quarta-feira de cinzas, muitas vezes considerada ponto facultativo em órgãos públicos, até às 14h, além de não ser feriado, não se estende para as pessoas que trabalham em empresas privadas ou que são empregados domésticos. Assim, quarta-feira, dia 01/03/2017, é considerada dia normal de trabalho, podendo haver negociação entre o empregado e o empregador no sentido de não se trabalhar neste dia, e haver a compensação para se trabalhar em outro dia da semana.

Conclui-se, portanto, que esses dias de “carnaval” somente serão considerados feriados nos Municípios em que houver essa determinação por meio da respectiva legislação local. Assim, nos municípios em que o Carnaval não for feriado municipal, definido em lei, os empregados têm de trabalhar normalmente, sem que deva ser concedida folga compensatória.

Não havendo previsão em lei municipal de que as mencionadas datas comemorativas sejam consideradas feriado, com é o caso do Munícipio de Natal/RN, o trabalho nesses dias será permitido, podendo o empregador optar por:
a) exigir que o seu empregado trabalhe normalmente;
b) dispensar seu empregado do trabalho, sem prejuízo da remuneração correspondente;
c) combinar com o seu empregado para compensar esse dia que ele deixou de trabalhar, com um domingo ou feriado, que venha a trabalhar posteriormente.
Quanto às atividades bancárias, como a Resolução do Banco Central nº 2.932/2002, que regula a questão, dispõe que a segunda e terça-feira do carnaval não são considerados dias úteis para fins de operações financeiras, pode se concluir que, para tais profissionais bancários, este período será considerado feriado.

Quanto aos empregados domésticos, caso os mesmos aleguem que o período de carnaval pode não ser feriado, mas é ponto facultativo, deve o empregador explicar para ele que “ponto facultativo” é uma espécie de "feriado", decretado pelos governos em dias úteis, nas datas especiais para o Município/Estado ou Nação, decreto este válido apenas para os servidores das repartições públicas de sua alçada administrativa, os quais, naquelas datas ficam dispensados do ponto, e, consequentemente, de comparecer ao serviço, não se aplicando em nenhuma hipótese ao empregado doméstico.

Desta forma, a conclusão a que se chega é a de que o trabalhador doméstico só poderá folgar na terça-feira de carnaval, sem prejuízo de sua remuneração, se houver a concordância de seu empregador. Agir de forma diferente é praticar um ato de desídia e insubordinação no exercício de suas atribuições, além de perder o direito ao recebimento do dia que não foi efetivamente trabalhado e que não é considerado feriado.

Portanto, para que todos possam aproveitar a maior festa popular do país e, ao mesmo tempo, consigam preservar o emprego quando do retorno na quarta-feira de cinzas, sugere-se que os empregados ajustem com os seus empregadores sobre os dias que serão dispensados ou não do trabalho, já que a legislação local não classificou o carnaval como sendo feriado.

_______________________________________________

* Kallina Flor é advogada especialista na área trabalhista com pós-graduações em Direito Público pela Fundação Escola Superior do Ministério Público; e em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pela Faculdade de Natal – FAL/Bureau Jurídico.

 

 

[Jornal de Carlos Fialho] As fotos de Bruninha

Compartilhe esse conteúdo

Você está lá, firme e forte no casamento, cumpridor pleno dos deveres inerentes a um marido provedor, rigorosamente em dia com a fatura das obrigações cotidianas de pegar a filha na escola e levar as cachorrinhas ao veterinário, sem falar no esforço conjunto de manter em dia as reais faturas de água, luz, telefone e tudo mais. Para completar, você ainda traz um diferencial competitivo importante em comparação aos demais homens, uma vez que a infidelidade conjugal não faz parte do seu show.

Por fim, ainda é um sujeito liberal no relacionamento, respeitando plenamente o espaço da mulher e compreendendo que não é dono de ninguém para ter a prerrogativa de “dar permissão para” que ela faça isso ou aquilo. Portanto, você não cria caso quando ela sai sozinha com as amigas e leva numa boa que ela o faça sempre que lhe der na veneta. Afinal, pra você, ciúme é apenas uma música do Ultraje a Rigor.

Mas um dia, um belo dia, sua consorte resolve visualizar as imagens armazenadas em seu dispositivo móvel de telefonia que, para seu infortúnio, não possui nenhum filtro quanto ao conteúdo que chega via WhatsApp. É então que, em meio a anjinhos adornando breves orações e gatinhos com expressão de desdém legendados por frases sarcásticas, ela encontrou algo que não se sabe de onde veio: fotos da Bruninha, lindas fotos, mas difíceis de explicar uma vez que ela estava nua em pelo encenando uma dessas mini-séries que passam tarde da noite na Globo.

Tentei aliviar minha barra, argumentando que não sabia como elas tinham ido parar ali, que a origem provável fosse algum grupo obscuro do aplicativo de mensagens instantâneas e do qual faço parte a contragosto, apenas por delicadeza, já que a etiqueta online preconiza ser falta de educação sair de um grupo de WhatsApp sem motivo evidente. Também afirmei que nem havia reparado naquelas fotografias e que só agora que ela havia me chamado a atenção, pude notar a existência delas e perceber que se tratava da Marquezine que, inclusive, como estava crescida... rapaz!

Não adiantou muito. Ela continua chateada comigo. Na verdade, não tem sequer me dirigido a palavra. Nossa comunicação tem se resumido a grunhidos que imagino fizessem parte do vocabulário dos guerreiros bárbaros ou de um estágio evolutivo anterior, talvez ali entre o homo-erectus e o homo-sapies. E agora? O que fazer? Como sair dessa? Porque, segundo ela, eu traí sim, só que em pensamento.

Desde o episódio, tenho tentado fazê-la entender que, por mais que eu acredite na força do pensamento positivo,  não creio que seja suficiente para fazer com que a Bruninha Marquezine se interesse por mim. Até porque existe uma enorme diferença entre o que dizia a Xuxa (“querer, poder e conseguir”) e a realidade pura e simples. Essa história de “quando você quer muito uma coisa, o universo conspira a seu favor” fica bonito em livro do Paulo Coelho, mas na nossa vivência cotidiana, simplesmente não cola. Não que eu esteja lançando mão da falsa modéstia ou sendo deliberadamente autodepreciativo, entende? Porque falando assim pode até parecer que estou alheio aos meus encantos particulares. Não é nada disso.

Na verdade, estou plenamente cioso da minha condição privilegiada, desse jeitinho que reúne o charme despojado e litorâneo natalense, a beleza natural e sem excessos potencializada por outras qualidades tantas e, claro, a capacidade diferenciadora de conjugar os verbos corretamente nos respectivos tempos e variações com tal naturalidade que não me faz parecer pedante. Porém, no entanto, contudo, todavia...  não acredito que estes sejam argumentos suficientemente fortes para fazer a jovem largar o Neymar Jr. para ficar comigo. Creio fortemente, inclusive, que o ídolo do Barcelona possua milhões de motivos para persuadi-la, centenas de milhões, na verdade. Isso sem falar em outra vantagem competitiva em favor do craque da seleção: ele a conhece, eu não.

No mais, pretendo mostrar a minha mulher que este sentimento atroz de que eu estaria flertando com a jovem global, ainda que em pensamento, se baseia num conjunto de evidências mais frágeis que as pedaladas que derrubaram a Dilma. Fotos que chegaram ao meu celular por meio de grupos de uma rede social especializada em fofocas e boatos não devem ser levadas a sério em demasia.

Na verdade, o que ela está sentindo é o efeito colateral do amor, aquela reação tão humana e poderosa que nos converte a todos, por mais mal ajambrados que sejamos, num autêntico Brad Pitt dos trópicos, num Cauã Raymond potiguar: o ciúme. Nesse caso, vou demonstrar para ela que as fotos da Bruninha em meu smartphone são, na verdade, uma oportunidade vinda dos céus para reafirmar e fortalecer o nosso amor. Obrigado, Bruninha. Você é um amor, digo, no sentido figurado, sem maldade.

[Artigo] Modernização ou atraso?

Compartilhe esse conteúdo

As reformas que estão em tramitação no Congresso Nacional serão decisivas para o nosso futuro. No caso da modernização da legislação trabalhista, o país deverá escolher entre ouvir vozes do atraso ou escutar a razão. Irá optar pela manutenção do modelo atual ou modernizar e criar condições estruturais de crescimento econômico e geração de empregos.

Em artigo de fevereiro de 1996, Erros Antigos e Consequências Novas, o grande economista liberal Roberto Campos assim descreveu a legislação trabalhista brasileira: “em poucos lugares haverá uma legislação trabalhista mais inepta e antieconômica do que no Brasil, complicada por um sistema sindical copiado do fascismo italiano (...). Essa legislação surgiu durante a ditadura de Vargas, com o fascismo e o nazismo em ascensão, e as liberdades políticas e econômicas em baixa (...). Essa estrutura obsoleta constitui, hoje, o maior óbice ao aumento do emprego e à eficiência competitiva da economia”.

Passados mais de 70 anos desde a implantação da CLT a necessidade de atualizar e adequar a Lei ao espírito do tempo é um imperativo para nosso desenvolvimento sustentável. É inegável a proteção aos direitos individuais, porém, a falta de parâmetros tem gerado distorções e insegurança jurídica.

O viés autoritário da CLT se dá pela tutela e subordinação dos sindicatos ao Estado, bem como a manutenção de imposto obrigatório que retira a necessidade de se buscar associados e diminui a legitimidade das entidades. O parlamento precisa sair da inércia e se posicionar apresentando alternativas para os mais de 22 milhões de brasileiros – cerca de 12 milhões de pessoas desempregadas e 10 milhões de cidadãos que desistiram de procurar emprego, que precisam voltar a se inserir no mercado.

Uma sociedade saudável deve ter como objetivo o crescimento econômico para gerar trabalho, emprego e renda às famílias. Não podemos priorizar o assistencialismo estatal em detrimento do verdadeiro desenvolvimento, da produtividade e da diversificação econômica. O mecanismo social que realmente dignifica a pessoa é o emprego, é o trabalho.

A modernização das leis do trabalho não será feita para retirar direitos. Isso é mentira cantada como mantra pelas vozes do atraso. Nosso compromisso é não atacar direitos trabalhistas. Sabemos que o Brasil está passando pela pior crise econômica dos últimos 100 anos, e temos a convicção de que é necessário modernizar e mudar o escopo da legislação. Precisamos adequar a legislação à realidade atual de novas formas de trabalho, afinal, estamos lidando com uma lei do século passado elaborada quando o Brasil era ainda uma nação agrícola.

Hoje, temos uma economia completamente distinta e consequentemente um mercado de trabalho complexo, diversificado e inteiramente novo quando comparamos com a realidade de 70 anos atrás. As relações mudaram radicalmente e o país precisa se adaptar. É o que diz o bom senso! É o que grita a voz da razão! A modernização da lei é um passo importante para o país superar a crise.

Os que nos levaram ao abismo econômico atuam hoje na oposição, como defensores do atraso. Não querem mudar para não enfrentarem de fato seus cativos parceiros políticos. Afinal, eles levaram o país a aprofundar sua divisão em corporações e facções sindicais. Manter as coisas como estão é aceitar como normal a montanha de processos judiciais que chega todo ano na Justiça do Trabalho. A economia está sendo afogada por processos demorados e custosos para trabalhadores e empregadores. Em 2016, foram mais de 3 milhões de novas ações.

Nos próximos dias veremos na Câmara Federal um preâmbulo de quem trabalhará em prol do atraso ou a favor da modernização. Será discutida e votada a regulamentação da terceirização, o PL 4302. Sua aprovação ajudará a formalização do trabalho e trará segurança jurídica a mais de 14 milhões de trabalhadores terceirizados, resolvendo definitivamente um dos maiores causadores de ações trabalhistas em nosso país. Que a voz da razão possa prevalecer!

__________________________________
* Rogério Marinho é deputado federal pelo PSDB 

[Artigo] Má fé

Compartilhe esse conteúdo

Quando se fala de mentira, logo tendemos a associá-la à política. Mas a madrugada televisiva, além dos carnavais intermináveis – quem de fora olha as multidões pensa que estamos no melhor dos mundos -, também mostra a existência de um ofício cujo sucesso depende do domínio das artes da mentira e da persuasão: o “pastor”, “bispo” ou explorador de almas ingênuas.

Aos céticos eles não conseguem enganar com a voz intencionalmente rouca, o discurso repetitivo e o enervante movimento de esfregar as mãos, como se na iminência de concluir um bom negócio. O cenário se anima quando, no lugar dos aprendizes, os lobos alfas da matilha encenam duelos entre si. A partilha do rebanho nunca é pacífica.

As religiões neopetencostais não se acanham de associar capital a Deus. Aqui, o mutualismo favorece ambos, discípulo e Deus, ovelha e pastor. Todos se põem de acordo para serem enganados pelas promessas de transcendência mediante a mercancia. Resistir a isso é bobagem do idealismo católico, em que as trocas são subterfugidas e se pretende que o Deus natural recuse a pecúnia.

As seitas sobrevivem da manipulação de mentes dependentes, desiludidas ou desadaptadas das agruras da existência. Mentes esperançosas que sequer se apercebem da retórica ensaiada, das contradições, dos medos primitivos incutidos que minam a autossuficiência e o precioso sentido do “eu”.

Usa-se da má fé desvairada para se abusar da boa-fé dos crédulos e incautos. A paga pelas promessas de salvação e de lenimento do desespero de apenas existir vem sob a forma enganosa de um capitalismo que se aproveita das pessoas para vender um Deus acessível, imediato, comerciável por cartão de crédito em suaves prestações. Um Deus sedutor, imediatista, pragmático.

Um Deus de tão simples que só pode estar ao alcance dos dízimos regulares, dos jogos de sedução exercitados costumeiramente, da fé depositada nos falsos milagres. É a extorsão sob a máscara da liberalidade e da espontaneidade, cujo destino é o fortalecimento de uma engrenagem global de negócios pessoais. Tudo em nome de Deus.

Constrangidos à confissão e redenção pública dos pecados mais tolos, os incautos são gentilmente convencidos que a devoção – adesão à seita - é a única forma de salvação. Vestígios de independência e pensamento crítico se convertem em sinais de maldade, deslealdade e falta de fé. O inferno são os outros, os que não compartilham da seita. E tudo em nome de um Deus que já deve estar acabrunhado. Afinal, até ateus e agnósticos reconhecem as religiões como repositórios de valores e conceitos que ajudam a congregar pessoas e a aplacar os males do mundo. Portanto, merecem respeito.

________________________________________________
*Erick Pereira é advogado e escreve aos sábados para o NOVO. 

 

 

 

Victor, da dupla com Léo, é acusado de agredir esposa grávida

Compartilhe esse conteúdo

Victor Chaves, da dupla Victor e Léo, foi acusado pela esposa Poliana Bagatini de agressão na manhã desta sexta-feira (24). De acordo com o boletim de ocorrência registrado na Delegacia da Mulher de Belo Horizonte, em Minas Gerais, o cantor teria jogado a mulher no chão e a agredido com chutes.

Após a agressão, um segurança e a irmã do cantor tentaram impedir Poliana de sair do local, mas ela conseguiu escapar com a ajuda de uma vizinha que ouviu os gritos. 

A Polícia Civil vai abrir uma investigação contra Victor, que ainda não se manifestou sobre o assunto. Todas as partes envolvidas serão ouvidas após o Carnaval.