A revolução pelo Evangelho, avalia teólogo

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Os evangélicos poderiam provocar uma revolução no Brasil se apenas vivessem o Evangelho que pregam. Essa é a opinião do pastor e professor Jorge Issao Noda, um dos principais nomes da teologia evangélica do Nordeste brasileiro, na atualidade, que esteve em Natal neste mês para proferir uma palestra a respeito dos atributos de Deus. 
 
Quando questionado a respeito da participação religiosa cada vez mais comum na política nacional, o professor afirma que, antes do engajamento, os crentes precisam se capacitar, ou se tornarão “farinha do mesmo saco”.  “Em primeiro lugar nós precisamos fazer a tarefa de casa”, comentou. 
 
Noda falou a alunos dos cursos de teologia e filosofia da Facel em Natal, no encerramento das turmas de 2016. Ele defendeu que, embora o país se diga cristão, muitos de seus problemas sociais estão relacionados a um desconhecimento das pessoas acerca das características ou atributos de Deus. O professor ainda defende que a Teologia precisa ser uma ciência considerada significativa, como em outros países ao redor do mundo, e receber investimento. É por causa da falta de preparo de lideranças, salienta, que existem tantas anomalias no meio cristão. 
 
Atualmente Noda se dedica justamente ao ensino teológico e à capacitação de pastores e líderes. Preside o Instituto de Liderança Estratégica, em Campina Grande, na Paraíba e foi um dos precursores do Encontro para a Consciência Cristã, na mesma cidade. O evento, que ocorre no período de carnaval, reúne mais de 10 mil pessoas na cidade paraibana e atualmente é um dos maiores do tipo na América Latina. Ele ainda escreve artigos, oferece cursos online e é autor de livros como A sedução do engano; Melhor que ouro; Preenchendo o vazio da alma e O Sistema.
 
O autor é professor das disciplinas de Teologia Sistemática, Teologia Bíblica, Hermenêutica, Teologia Bíblia do Antigo Testamento e Teologia Bíblica em Novo Testamento, entre outras. É mestre pelo Reformed Theolgical Seminary em Jackson, no Massachusetts, nos Estados Unidos. 
 
Confira a entrevista ao NOVO: 
 
Por que debater os atributos de Deus? 
Eu creio que isso é tão importante em nossa época, porque é muito comum as pessoas falarem que Deus existe, mas quem é Deus? Nós podemos conhecer Ele? Quais são as suas características e como isso afeta a nossa vida, o nosso comportamento, os nossos relacionamentos? Então, essa é a ideia: de a gente despertar essa reflexão mais profunda a respeito de Deus e nosso relacionamento com ele. Infelizmente nós vemos que em nossa época muitos problemas de corrupção, de relativismo, de violência. Apesar do Brasil dizer que é um país cristão, fica claro que o conhecimento de Deus não é uma coisa tão profunda e sólida. Isso é uma das maiores necessidades hoje.
 
Como alcançar esse conhecimento?
Deus se revelou. É por isso que não adianta nós tentarmos construir o nosso próprio Deus. Mas foi do agrado de Deus se revelar a nós através da Natureza - a Bíblia diz que os céus proclamam a glória de Deus, o apóstolo Paulo diz que o que nós podemos conhecer de Deus, conhecemos através da criação. Então nós podemos, observando a Natureza, o cosmos, podemos conhecer algo a respeito de Deus. Mas, ao mesmo tempo, nós cremos que Deus usou determinadas pessoas para revelar algo de si. Os profetas do Velho Testamento, o próprio Jesus e os apóstolos. E quando nós estudamos aquilo que eles disseram e foi registrado, nós podemos conhecer a Deus. E além disso nós podemos buscar a presença de Deus a partir dessa revelação que Deus deu e experimentar a sua presença e o seu poder em nossas vidas. 
 
Como está o Brasil em termos de pesquisa e ensino de Teologia? Ainda tem muito a avançar, em relação a outros países do mundo?
Muito ainda. Infelizmente, aqui no Brasil, a gente percebe que muitas pessoas não vêm o estudo da Teologia como algo sério, significativo, importante, determinante, como nós vemos em outros países. Então existe pouco investimento em termos de qualificação dos professores, bibliotecas e preparo de líderes para que possam ensinar nas suas comunidades locais. Então ainda existe uma longa jornada pela frente para que a gente possa alcançar – eu creio que esse é o objetivo desejável de ver - o povo de Deus como profundo conhecedor da Palavra de Deus, mas ao mesmo tempo, profundo conhecedor de Deus, num relacionamento vivo com Ele. 
 
O senhor citou a corrupção e a violência do Brasil. O país vive uma crise política e social. Qual é o papel da igreja nesse contexto? 
Eu observo que muitas pessoas hoje têm dito que temos que ir para a rua, temos que protestar, fazer muitas coisas. Eu creio que é importante que a gente também verbalize as nossas convicções, mas eu creio que o maior desafio para as pessoas nas igrejas hoje é, na dependência de Deus, viver a realidade do Evangelho nas suas vidas, nas suas famílias, no seu relacionamento com as pessoas ao seu redor. Porque só isso já seria uma mudança significativa. Infelizmente nós ouvimos dizer, pelo IBGE, que existem mais de 40 milhões de evangélicos, mas se realmente houvesse discípulos verdadeiros de Jesus, o país seria diferente. Então eu creio que o que nós podemos fazer de mais significativo pelo nosso país, nesse momento de crise, é vivermos intensamente a verdade do Evangelho em todas as suas dimensões, onde Deus nos colocou, porque a partir daí pode haver uma transformação. A partir do indivíduo e se expandindo para outros setores da sociedade. 
 
A igreja evangélica brasileira é uma “colcha de retalhos”, com várias formas de visões. Mas qual é a sua opinião quanto à participação de lideres religiosos na política? É válida?
Eu creio que em primeiro lugar nós precisamos fazer uma tarefa de casa. O apóstolo Pedro diz que o julgamento começa pela Casa de Deus. Então, como nós vamos transmitir luz, justiça, verdade e compaixão para fora,  se isso ainda precisa ser uma realidade construída dentro? E se nós não trabalhamos, construímos a nossa casa, então o que for para fora vai ser simplesmente reflexo do que já acontece. Infelizmente, é isso que nós estamos constatando. É que muitos políticos que dizem representar os evangélicos, usando uma expressão muito brasileira, acabam sendo farinha do mesmo saco. A mesma coisa que as outras pessoas. E é por isso que nós precisamos, nas igrejas, do ensino sólido, firme, forte, contextualizado, da Palavra de Deus, para que essas pessoas discipuladas então possam assumir posições de responsabilidade na sociedade. Eu creio que o engajamento político é necessário, é importante. Mas é preciso que haja pessoas preparadas para assumir a responsabilidade.  

Ladrão devolve cavalo após família divulgar sofrimento de menino

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Um cavalo furtado em Cubatão, no litoral sul de São Paulo, foi devolvido depois que a família fez um apelo nas redes sociais e em um jornal local. O animal era companheiro fiel de um menino de 5 anos, que tem anemia falciforme e, por causa do distúrbio, precisa evitar fortes emoções.

O cavalo Flash foi furtado no último domingo, 19, depois de ter sido deixado em um terreno, onde costumava se alimentar, preso por uma corda. Os donos do animal voltaram ao local no dia seguinte e constataram que o cavalo havia sumido.

O animal pertence à família de Kaio, um menino de 5 anos. "Desde muito pequeno, o Kaio me pedia um cavalo. Então, quando meu filho tinha três anos, eu vendi uma moto e comprei o Faísca, mas o cavalo ficou doente após sete meses e morreu", conta Deise Gabassi, mãe do menino. "Então, compramos o Troféu, que era arisco e ficamos com medo porque o Kaio gosta de montar e cavalgar. Trocamos o Troféu pelo Flash, que está conosco há seis meses.", diz.

O menino tem anemia falciforme, distúrbio sanguíneo caracterizado pela produção anormal de hemoglobina, e miocardiopatia, que provoca deterioração da função do miocárdio, o músculo do coração. Por isso, precisa evitar grandes emoções. "Quando o primeiro cavalo, o Faísca, morreu, meu filho chorou durante três dias e ficou muito doente", conta Deise.

Para tentar recuperar o animal, a família fez campanha nas redes sociais, fortalecida por publicações em um jornal local. "Eu conversei com alguns comerciantes próximos a esse terreno e deixei meu telefone. Na terça-feira à tarde recebi uma ligação, de número não identificado, e uma pessoa disse que cavalo estava de volta", relata Deise. "Acredito que a pessoa que pegou o cavalo ficou comovida com a história do Kaio", afirma.

Cientistas descobrem sistema planetário com sete 'irmãs' da Terra

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Cientistas anunciaram nesta quarta-feira, 22, a descoberta de um sistema composto por sete planetas de tamanho comparável ao da Terra, na órbita de uma estrela "vizinha" do Sistema Solar De acordo com um estudo publicado na revista Nature, que descreve a descoberta, os seis planetas mais próximos têm temperaturas entre 0ºC e 100ºC - uma característica considerada indispensável para a eventual existência de vida.

"É a primeira vez que tantos exoplanetas desse tamanho são encontrados em um sistema planetário. Eles estão em órbita muito estreita entre si e muito próximas à sua estrela, mas ela é tão pequena que é fria, o que faz com que os planetas sejam temperados", disse o autor principal do estudo, o astrofísico belga Michaël Gillon, da Universidade de Liège, na Bélgica.

Os cientistas consideram que um determinado planeta está na "zona habitável" quando ele fica a uma distância de sua estrela que permitiria, teoricamente, a existência de água líquida em sua superfície. Quanto mais a estrela é quente, mais distante fica a zona habitável.

Segundo o estudo, o novo sistema planetário fica a 39 anos-luz da Terra - uma distância pequena para os padrões astronômicos. Os novos exoplanetas - como são chamados os planetas existentes fora do Sistema Solar - têm massa semelhante à da Terra e provavelmente também sejam rochosos, segundo os autores.

A descoberta partiu de estudos liderados por Gillon, cuja equipe relatou, em maio do ano passado, a detecção de três exoplanetas que orbitavam uma estrela anã extremamente fria, chamada Trappist-1 - uma estrela é tão pequena que não chega a ser muito maior que Júpiter e seu brilho é cerca de mil vezes mais fraco que o do Sol.

A partir de então, os autores conduziram um projeto de monitoramento intenso da Trappist-1, que permitiu identificar mais quatro exoplanetas.

Para a detecção e o estudo dos planetas do Sistema Trappist-1, foram usados o telescópio espacial Spitzer, da Nasa, e o Telescópio Liverpool, da Universidade John Moore de Liverpool, no Reino Unido.

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Ilustração com o conceito de como pode ser a superfície da TRAPPIST-1

Os cientistas concluíram que pelo menos três dos planetas podem ter oceanos de água em suas superfícies, o que aumentaria a possibilidade de que o novo sistema planetário possa abrigar vida. De acordo com Gillon, no entanto, será preciso fazer novos estudos para caracterizar cada um dos planetas.

"Conseguimos obter medidas e dados de seis dos sete planetas. Em relação ao planeta mais distante da estrela, porém, ainda desconhecemos seu período orbital e sua interação com os outros seis planetas", disse Gillon.

De acordo com ele, os seis planetas mais próximos da estrelas têm períodos orbitais - isto é, o tempo que o planeta leva para dar uma volta completa em sua estrela -, que vão de 1,5 a 13 dias. O fato de um "ano" nesses planetas durar apenas alguns dias ocorre porque eles estão muito próximos de sua estrela, que é muito pequena.

O planeta mais próximo da estrela é o mais rápido de todos: quando ele completa oito órbitas, o segundo, o terceiro e o quarto planetas perfazem, respectivamente, cinco, três e duas voltas ao redor da estrela. Com essa configuração, segundo os astrônomos, cada um dos planetas tem influência gravitacional nos outros.

Abundância

Na mesma edição da Nature, o estudo foi comentado pelo astrônomo Ignas Snellen, do Observatório de Leiden, na Holanda. Segundo Snellen, a descoberta feita pela equipe de Gillon reforça a ideia de que os planetas de masssa semelhante à da Terra são abundantes na Via Láctea.

"Nos últimos anos, cresceram as evidêncais de que planetas do tamanho da Terra são abundantes na Galáxia. Mas a descoberta de Gillon e sua equipe indicam que esses planetas são ainda mais comuns do que se pensava", escreveu Snellen.

Snellen acredita que a quantidade de exoplanetas rochosos possa ser até 100 vezes maior que a prevista. Segundo ele, isso acontece por causa do método usado para detectar exoplanetas, que se baseia na detecção de "trânsitos".

Quando um planeta passa diante de uma estrela (o trânsito), ele bloqueia uma ínfima parte de sua luz, mas o suficiente para que os cientistas detectem sua existência e calculem sua massa. Quando a estrela é pequena, o trabalho se torna mais fácil, porque a fração de sua luz bloqueada pelo planeta é maior.

"Estimamos que para cada planeta observado em trânsito, devam existir de 20 a 100 planetas que, da perspectiva da Terra, nunca passam diante de sua estrela-mãe - e por isso não podem ser observados", disse Snellen.

 

Rachel Sheherazade e Gregório Duvivier discutem (e usam memes) no Twitter

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Rachel Sheherazade e Gregório Duvivier protagonizaram uma briga daquelas no Twitter na última segunda-feira, 20. A jornalista já deixou claro que não é fã do humorista ao postar uma montagem em seu Instagram com artistas, entre eles Duvivier, que são declaradamente posicionados politicamente à esquerda, chamando-os de "idiotas inúteis".

Desta vez, ela resolver provocar o humorista de forma mais direta em suas redes sociais. Tanto no Twitter quanto no Instagram, Sheherazade postou um print de uma notícia antiga em que Duvivier é acusado de ter recebido dinheiro do Banco do Brasil para escrever textos a favor da ex-presidente Dilma Rousseff.

 

ITEP já contabiliza 13 assassinatos em Ceará-Mirim

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O Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP-RN) já contabilizou, entre a segunda-feira (20) até a manhã desta quarta (22), o recolhimento de 13 corpos de pessoas vítimas de crimes violentos letais intencionais, no município de Ceará Mirim.

Do total de corpos, 12 já foram identificados, sendo 9 deles através da necropapiloscopia (comparação de impressões digitais) e outros três pelo exame de arcada dentária, realizado pela odontologia legal. Uma das vítimas ainda não foi identificada devido à falta de procura dos familiares.

Vítimas identificadas:

Jacson Sidney Botelho Matos
Emanuel Klaiton Silva de Andrade, 18 anos
Kleberson Wendel Pereira da Silva, 25 anos
Eudes Costa de Andrade, 40 anos
Adelmakson Nascimento Sena, 25 anos
Marcos Antônio de Oliveira, 34 anos
Luciano Duarte Júnior, 27 anos
José Soares dá Silva, 17 anos
Marcílio Maurício Damasceno do Nascimento, 24 anos
Paulo Henrique Josué Soares, 19 anos
Wendison Silva Ferreira, 21 anos
Wanderson Emanuel Ferreira, 22 anos

Chuvas não devem abastecer os grandes reservatórios do estado em 2017, diz Emparn

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As chuvas previstas para cair no Rio Grande do Norte nos próximos três meses devem girar em torno de 500mm, o que não será suficiente para encher os grandes reservatórios. A tendência é de que as precipitações apresentem um comportamento próximo da normalidade climatológica em grande parte do norte do Nordeste, incluindo o estado.

A conclusão está no relatório da II Reunião de Análise e Previsão Climática para a Região Nordeste do Brasil, encerrada ontem (21) na sede da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN).

O encontro contou com a participação dos meteorologistas de instituições estaduais, além do INPE/INMET e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). De acordo com o gerente de Meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot, as chuvas serão mais intensas em regiões como o Alto Oeste e Vale do Assu. Já em áreas como o Seridó, Agreste e Litoral as precipitações devem ser mais escassas.

Segundo ele, embora não sejam suficientes para abastecer os grandes reservatórios, poderão garantir, porém, “uma boa recarga de água nas pequenas bacias”

As previsões são de que choverá em quase todo o estado em condições próximas ao normal, assim como em quase todo o Ceará, Norte do Maranhão e do Piauí. Já a Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, parte norte da Bahia, central do Piauíe Sul do Ceará devem ficar com chuvas abaixo do normal e a faixa litorânia que vai do Sul potiguar ao norte baiano aparece nas previsões como área de baixa visibilidade.

No mês de março a reunião dos especialistas será realizada em Pernambuco, para a divulgação do prognóstico para a quadra chuvosa de abril a junho, para o Nordeste, evidenciando principalmente a região leste.

Para chegar ao prognóstico climático para o período de março, abril e maio de 2017 na Região Nordeste do Brasil, os meteorologistas analisaram campos atmosféricos e oceânicos de grande escala, como vento em superfície e em altitude, pressão ao nível do mar, temperatura da superfície do mar, entre outros, somados a dados estatísticos de diversas instituições de meteorologia do Brasil (como a FUNCEME, INMET, CPTEC/INPE) e do exterior.

Segundo concluíram, há uma condição de neutralidade no oceano Pacífico equatorial, com algumas pequenas áreas na parte central ainda apresentando anomalias negativas de Temperatura da Superfície do Mar (TSM) alcançando até -1ºC.

“O enfraquecimento do Fenômeno La Niña ocorreu de acordo com os resultados dos modelos de previsão de anomalia de TSM, e a condição de neutralidade deverá prevalecer no Oceano Pacifico equatorial nos meses de março, abril e maio”, diz o relatório do encontro.

Já no Oceano Atlântico, as águas estão mais aquecidas do que o normal em toda a bacia tropical, porém, com aquecimento ligeiramente mais pronunciado em termos de abrangência de áreas aquecidas na bacia norte, de forma que o dipolo do Atlântico, ou seja, fenômeno oceano/atmosférico que inibe ou aumenta a formação de nuvens, apresentou, em janeiro, índice de +0,31, indicativo de uma condição ainda não favorável ao posicionamento da Zona de Convergência Intertropical, (ZCIT), sobre o setor norte do Nordeste.

Isso indica, segundo os meteorologistas, que as áreas mais ao norte da região serão beneficiadas com as chuvas provenientes da atuação desta Zona de Convergência, enquanto que as áreas mais ao sul da região serão pouco influenciadas pelas chuvas deste sistema meteorológico. Devido a algumas variabilidades, como cobertura vegetal, proximidade do oceano e efeitos topográficos, os especialistas sugerem o acompanhamento das previsões diárias de tempo, análises e tendências climáticas semanais, divulgadas pelos Núcleos de Meteorologia.