Invasores do Morro do Careca desafiam a polícia

Compartilhe esse conteúdo

Desde 1997 não é mais permitida a escalada no Morro do Careca, em Ponta Negra, considerado um dos principais cartões postais de Natal e que inclusive já foi símbolo da Prefeitura, na gestão anterior de Carlos Eduardo Alves, entre alguns anos do mandato de 2002 a 2008. Contudo, a proibição imposta por ação civil pública sob o pretexto de preservar a estrutura natural não impede que pessoas continuem a subir no local para desfrutar de uma vista ampla do litoral. O NOVO flagrou banhistas subindo o Morro do Careca.
 
Esse tipo de infração costuma aumentar durante o veraneio, explica o tenente Moab Lucena, oficial responsável pelas relações públicas da Companhia Independente de Proteção Ambiental (Cipam), uma das principais forças policiais que fazem o patrulhamento do cartão postal natalense. Escaladas na duna podem render multa de R$ 500, indica o policial. Também pode resultar em prisão, dependendo do crime ambiental, mesmo que isso pouco aconteça. Mesmo assim, as possíveis punições não inibem as infrações.
 
O tenente afirma que caso alguém seja flagrado subindo o morro, os policiais acionados pedem para que o infrator desça. É feita uma advertência por escrito. Caso a pessoa resista, aí é feito um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) na delegacia.
 
A reportagem esteve ontem nas proximidades do ponto turístico para ver a movimentação.
 
Segundo Carla Nascimento, vendedora de cocos que diz estar diariamente no pé do morro, neste último fim de semana várias pessoas fizeram a escalada irregular. “O povo começou a subir no sábado e só parou domingo à tarde, quando a polícia chegou”, conta.
 
A equipe do NOVO ficou no local por cerca de uma hora, mas desta vez não flagrou ninguém burlando a lei. Restavam apenas marcas de pegadas na “careca” do morro. Na sua base, um monte de areia foi formado, indicando provavelmente o local onde os invasores do dia anterior se utilizaram para subir a estrutura.
 
Uma cerca de madeira e cabos de aço circundam o Morro do Careca, já dando indícios de ser proibida a entrada. Mas isso não impede que banhistas ultrapassem o cercado e fiquem no “pé” da duna gigantesca de 107 metros de altura. No local também, apesar de pichadas, há duas placas visíveis em cada ponta do morro.
 
“Atenção: acesso proibido por ordem judicial e monitorado constantemente por autoridade policiais, inclusive a paisana”, diz a placa. A sinalização ainda informa que “o infrator estará sujeito a pagamento de multa já arbitrada judicialmente sem prejuízo de outras sanções cabíveis, inclusive prisão em flagrante delito na hipótese de crime ambiental”.
 
As placas são brancas com destaques em vermelho exatamente para chamar a atenção do público. O mesmo texto escrito em português está na versão em inglês, na tentativa de informar turistas estrangeiros desavisados também. Um número para denúncia, chamado “Alô Idema” – 0800 281 1975 também está exposto para caso alguém queria denunciar infrações no local, como a escalada.
 
O pesquisador Dardo Ferreiro, 31, que ontem aproveitava a manhã na Praia de Ponta Negra, afirma que nem seria preciso policiamento local. Ele acredita que avisos mais visíveis de proibição resolveriam o problema. “O que precisava era dizer que não pode, que degrada o morro por uma placa mais visível do que essas”, opinou.
 
Mas apenas avisos não resolvem, segundo o ambulante Ronaldo Adriano, 43. Ele contou que os vendedores que trabalham no local até avisam que é proibido subir o morro, mas são ignorados. “A gente pede para eles não subirem, mas eles querem nem saber e sobem”, relatou.
 
Ronaldo é da opinião de que o policiamento é fundamental na área para impedir o desrespeito à lei e ao meio ambiente. Mas de acordo com o ambulante, informação confirmada por colegas de vendas, há meses a polícia ambiental não faz mais a vigilância in loco da área, como fazia antes. O ambulante diz que há mais ou menos seis meses não vê policiais no Morro do Careca. Já segundo a Cipam, o efetivo continua indo a pé até o local.
 
Fiscalização
 
O tenente Moab Lucena ainda comentou que a maioria das pessoas que sobe não é  desavisada; são pessoas que sabem da proibição, mas arriscam uma escalada mesmo assim.
 
O policial militar afirma que a ação pode causar danos ao morro. A areia que o compõe pode descer e ele perder a sua altura atual de 107 metros. Outra consequência recai sobre a vegetação, que também desce com a areia.
 
Quando a reportagem do NOVO chegou ao calçadão de Ponta Negra, por volta das 9h30, uma viatura da Companhia Independente de Proteção Ambiental (Cipam), da Polícia Militar estava estacionada no final da Avenida Erivan França, no sentido morro. É esse batalhão em especial que faz o patrulhamento e impede os invasores do Morro do Careca.
 
Eram quatro policiais que observavam de longe a estrutura. Eles disseram fazer a patrulha diariamente, mas sempre de longe. Também afirmaram ter chegado ao local por volta das 8h. 
 
Na volta do morro, a reportagem passou pelo mesmo local, cerca de 50 minutos depois, e os policiais já não estavam. O único vestígio de polícia era uma viatura da Companhia Independente de Turismo (Ciptur) e outra do 5º Batalhão da PM (que patrulham a Zona Sul de Natal), que se aproximavam.
 
Segundo o oficial de relações públicas da Cipam, tenente Moab Lucena, não é apenas a Cipam quem deve fazer o patrulhamento. A Ciptur ou o 5º BPM podem atuar caso vejam irregularidades no Morro do Careca. A Guarda Municipal Ambiental também deve vigiar o local, além da Força Aérea Brasileira, que é a “dona” do terreno onde fica a grande duna: a Zona de Proteção Ambiental (ZPA) 6 – que vai até os limites de Parnamirim.
 
O oficial até pede que haja mais atuação desses outros órgãos na ajuda à Cipam. Tenente Moab explica que todos os dias é feito um patrulhamento no local, mas não há como manter uma equipe 24 horas por dia. “Todo dia vai lá um efetivo ao menos uma vez por dia. Mas não dá para deixar os policiais o dia todo porque não há efetivo suficiente”, explicou Moab, acrescentando que também não há como os policiais se alimentarem no local ou irem ao banheiro, por exemplo.
 
O tenente Moab Lucena ainda indica que o patrulhamento também é feito por meio de lancha, um drone que verifica o “outro lado do morro” e ainda câmeras de segurança da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed).

 

Ladrão devolve cavalo após família divulgar sofrimento de menino

Compartilhe esse conteúdo

Um cavalo furtado em Cubatão, no litoral sul de São Paulo, foi devolvido depois que a família fez um apelo nas redes sociais e em um jornal local. O animal era companheiro fiel de um menino de 5 anos, que tem anemia falciforme e, por causa do distúrbio, precisa evitar fortes emoções.

O cavalo Flash foi furtado no último domingo, 19, depois de ter sido deixado em um terreno, onde costumava se alimentar, preso por uma corda. Os donos do animal voltaram ao local no dia seguinte e constataram que o cavalo havia sumido.

O animal pertence à família de Kaio, um menino de 5 anos. "Desde muito pequeno, o Kaio me pedia um cavalo. Então, quando meu filho tinha três anos, eu vendi uma moto e comprei o Faísca, mas o cavalo ficou doente após sete meses e morreu", conta Deise Gabassi, mãe do menino. "Então, compramos o Troféu, que era arisco e ficamos com medo porque o Kaio gosta de montar e cavalgar. Trocamos o Troféu pelo Flash, que está conosco há seis meses.", diz.

O menino tem anemia falciforme, distúrbio sanguíneo caracterizado pela produção anormal de hemoglobina, e miocardiopatia, que provoca deterioração da função do miocárdio, o músculo do coração. Por isso, precisa evitar grandes emoções. "Quando o primeiro cavalo, o Faísca, morreu, meu filho chorou durante três dias e ficou muito doente", conta Deise.

Para tentar recuperar o animal, a família fez campanha nas redes sociais, fortalecida por publicações em um jornal local. "Eu conversei com alguns comerciantes próximos a esse terreno e deixei meu telefone. Na terça-feira à tarde recebi uma ligação, de número não identificado, e uma pessoa disse que cavalo estava de volta", relata Deise. "Acredito que a pessoa que pegou o cavalo ficou comovida com a história do Kaio", afirma.

Cientistas descobrem sistema planetário com sete 'irmãs' da Terra

Compartilhe esse conteúdo

 

Cientistas anunciaram nesta quarta-feira, 22, a descoberta de um sistema composto por sete planetas de tamanho comparável ao da Terra, na órbita de uma estrela "vizinha" do Sistema Solar De acordo com um estudo publicado na revista Nature, que descreve a descoberta, os seis planetas mais próximos têm temperaturas entre 0ºC e 100ºC - uma característica considerada indispensável para a eventual existência de vida.

"É a primeira vez que tantos exoplanetas desse tamanho são encontrados em um sistema planetário. Eles estão em órbita muito estreita entre si e muito próximas à sua estrela, mas ela é tão pequena que é fria, o que faz com que os planetas sejam temperados", disse o autor principal do estudo, o astrofísico belga Michaël Gillon, da Universidade de Liège, na Bélgica.

Os cientistas consideram que um determinado planeta está na "zona habitável" quando ele fica a uma distância de sua estrela que permitiria, teoricamente, a existência de água líquida em sua superfície. Quanto mais a estrela é quente, mais distante fica a zona habitável.

Segundo o estudo, o novo sistema planetário fica a 39 anos-luz da Terra - uma distância pequena para os padrões astronômicos. Os novos exoplanetas - como são chamados os planetas existentes fora do Sistema Solar - têm massa semelhante à da Terra e provavelmente também sejam rochosos, segundo os autores.

A descoberta partiu de estudos liderados por Gillon, cuja equipe relatou, em maio do ano passado, a detecção de três exoplanetas que orbitavam uma estrela anã extremamente fria, chamada Trappist-1 - uma estrela é tão pequena que não chega a ser muito maior que Júpiter e seu brilho é cerca de mil vezes mais fraco que o do Sol.

A partir de então, os autores conduziram um projeto de monitoramento intenso da Trappist-1, que permitiu identificar mais quatro exoplanetas.

Para a detecção e o estudo dos planetas do Sistema Trappist-1, foram usados o telescópio espacial Spitzer, da Nasa, e o Telescópio Liverpool, da Universidade John Moore de Liverpool, no Reino Unido.

pia21423-1-.jpg


Ilustração com o conceito de como pode ser a superfície da TRAPPIST-1

Os cientistas concluíram que pelo menos três dos planetas podem ter oceanos de água em suas superfícies, o que aumentaria a possibilidade de que o novo sistema planetário possa abrigar vida. De acordo com Gillon, no entanto, será preciso fazer novos estudos para caracterizar cada um dos planetas.

"Conseguimos obter medidas e dados de seis dos sete planetas. Em relação ao planeta mais distante da estrela, porém, ainda desconhecemos seu período orbital e sua interação com os outros seis planetas", disse Gillon.

De acordo com ele, os seis planetas mais próximos da estrelas têm períodos orbitais - isto é, o tempo que o planeta leva para dar uma volta completa em sua estrela -, que vão de 1,5 a 13 dias. O fato de um "ano" nesses planetas durar apenas alguns dias ocorre porque eles estão muito próximos de sua estrela, que é muito pequena.

O planeta mais próximo da estrela é o mais rápido de todos: quando ele completa oito órbitas, o segundo, o terceiro e o quarto planetas perfazem, respectivamente, cinco, três e duas voltas ao redor da estrela. Com essa configuração, segundo os astrônomos, cada um dos planetas tem influência gravitacional nos outros.

Abundância

Na mesma edição da Nature, o estudo foi comentado pelo astrônomo Ignas Snellen, do Observatório de Leiden, na Holanda. Segundo Snellen, a descoberta feita pela equipe de Gillon reforça a ideia de que os planetas de masssa semelhante à da Terra são abundantes na Via Láctea.

"Nos últimos anos, cresceram as evidêncais de que planetas do tamanho da Terra são abundantes na Galáxia. Mas a descoberta de Gillon e sua equipe indicam que esses planetas são ainda mais comuns do que se pensava", escreveu Snellen.

Snellen acredita que a quantidade de exoplanetas rochosos possa ser até 100 vezes maior que a prevista. Segundo ele, isso acontece por causa do método usado para detectar exoplanetas, que se baseia na detecção de "trânsitos".

Quando um planeta passa diante de uma estrela (o trânsito), ele bloqueia uma ínfima parte de sua luz, mas o suficiente para que os cientistas detectem sua existência e calculem sua massa. Quando a estrela é pequena, o trabalho se torna mais fácil, porque a fração de sua luz bloqueada pelo planeta é maior.

"Estimamos que para cada planeta observado em trânsito, devam existir de 20 a 100 planetas que, da perspectiva da Terra, nunca passam diante de sua estrela-mãe - e por isso não podem ser observados", disse Snellen.

 

Rachel Sheherazade e Gregório Duvivier discutem (e usam memes) no Twitter

Compartilhe esse conteúdo

Rachel Sheherazade e Gregório Duvivier protagonizaram uma briga daquelas no Twitter na última segunda-feira, 20. A jornalista já deixou claro que não é fã do humorista ao postar uma montagem em seu Instagram com artistas, entre eles Duvivier, que são declaradamente posicionados politicamente à esquerda, chamando-os de "idiotas inúteis".

Desta vez, ela resolver provocar o humorista de forma mais direta em suas redes sociais. Tanto no Twitter quanto no Instagram, Sheherazade postou um print de uma notícia antiga em que Duvivier é acusado de ter recebido dinheiro do Banco do Brasil para escrever textos a favor da ex-presidente Dilma Rousseff.

 

ITEP já contabiliza 13 assassinatos em Ceará-Mirim

Compartilhe esse conteúdo

O Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP-RN) já contabilizou, entre a segunda-feira (20) até a manhã desta quarta (22), o recolhimento de 13 corpos de pessoas vítimas de crimes violentos letais intencionais, no município de Ceará Mirim.

Do total de corpos, 12 já foram identificados, sendo 9 deles através da necropapiloscopia (comparação de impressões digitais) e outros três pelo exame de arcada dentária, realizado pela odontologia legal. Uma das vítimas ainda não foi identificada devido à falta de procura dos familiares.

Vítimas identificadas:

Jacson Sidney Botelho Matos
Emanuel Klaiton Silva de Andrade, 18 anos
Kleberson Wendel Pereira da Silva, 25 anos
Eudes Costa de Andrade, 40 anos
Adelmakson Nascimento Sena, 25 anos
Marcos Antônio de Oliveira, 34 anos
Luciano Duarte Júnior, 27 anos
José Soares dá Silva, 17 anos
Marcílio Maurício Damasceno do Nascimento, 24 anos
Paulo Henrique Josué Soares, 19 anos
Wendison Silva Ferreira, 21 anos
Wanderson Emanuel Ferreira, 22 anos

Chuvas não devem abastecer os grandes reservatórios do estado em 2017, diz Emparn

Compartilhe esse conteúdo

As chuvas previstas para cair no Rio Grande do Norte nos próximos três meses devem girar em torno de 500mm, o que não será suficiente para encher os grandes reservatórios. A tendência é de que as precipitações apresentem um comportamento próximo da normalidade climatológica em grande parte do norte do Nordeste, incluindo o estado.

A conclusão está no relatório da II Reunião de Análise e Previsão Climática para a Região Nordeste do Brasil, encerrada ontem (21) na sede da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN).

O encontro contou com a participação dos meteorologistas de instituições estaduais, além do INPE/INMET e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). De acordo com o gerente de Meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot, as chuvas serão mais intensas em regiões como o Alto Oeste e Vale do Assu. Já em áreas como o Seridó, Agreste e Litoral as precipitações devem ser mais escassas.

Segundo ele, embora não sejam suficientes para abastecer os grandes reservatórios, poderão garantir, porém, “uma boa recarga de água nas pequenas bacias”

As previsões são de que choverá em quase todo o estado em condições próximas ao normal, assim como em quase todo o Ceará, Norte do Maranhão e do Piauí. Já a Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, parte norte da Bahia, central do Piauíe Sul do Ceará devem ficar com chuvas abaixo do normal e a faixa litorânia que vai do Sul potiguar ao norte baiano aparece nas previsões como área de baixa visibilidade.

No mês de março a reunião dos especialistas será realizada em Pernambuco, para a divulgação do prognóstico para a quadra chuvosa de abril a junho, para o Nordeste, evidenciando principalmente a região leste.

Para chegar ao prognóstico climático para o período de março, abril e maio de 2017 na Região Nordeste do Brasil, os meteorologistas analisaram campos atmosféricos e oceânicos de grande escala, como vento em superfície e em altitude, pressão ao nível do mar, temperatura da superfície do mar, entre outros, somados a dados estatísticos de diversas instituições de meteorologia do Brasil (como a FUNCEME, INMET, CPTEC/INPE) e do exterior.

Segundo concluíram, há uma condição de neutralidade no oceano Pacífico equatorial, com algumas pequenas áreas na parte central ainda apresentando anomalias negativas de Temperatura da Superfície do Mar (TSM) alcançando até -1ºC.

“O enfraquecimento do Fenômeno La Niña ocorreu de acordo com os resultados dos modelos de previsão de anomalia de TSM, e a condição de neutralidade deverá prevalecer no Oceano Pacifico equatorial nos meses de março, abril e maio”, diz o relatório do encontro.

Já no Oceano Atlântico, as águas estão mais aquecidas do que o normal em toda a bacia tropical, porém, com aquecimento ligeiramente mais pronunciado em termos de abrangência de áreas aquecidas na bacia norte, de forma que o dipolo do Atlântico, ou seja, fenômeno oceano/atmosférico que inibe ou aumenta a formação de nuvens, apresentou, em janeiro, índice de +0,31, indicativo de uma condição ainda não favorável ao posicionamento da Zona de Convergência Intertropical, (ZCIT), sobre o setor norte do Nordeste.

Isso indica, segundo os meteorologistas, que as áreas mais ao norte da região serão beneficiadas com as chuvas provenientes da atuação desta Zona de Convergência, enquanto que as áreas mais ao sul da região serão pouco influenciadas pelas chuvas deste sistema meteorológico. Devido a algumas variabilidades, como cobertura vegetal, proximidade do oceano e efeitos topográficos, os especialistas sugerem o acompanhamento das previsões diárias de tempo, análises e tendências climáticas semanais, divulgadas pelos Núcleos de Meteorologia.