[Vídeo] Adele interrompe show para homem fazer pedido de casamento ao namorado

[Vídeo] Adele interrompe show para homem fazer pedido de casamento ao namorado

Compartilhe esse conteúdo

No último domingo, dia 19, Adele se apresentava em Melbourne, na Austrália, quando interrompeu o show - mas por um bom motivo. A cantora ajudou um homem a pedir o namorado em casamento.

As imagens do pedido de casamento foram divulgadas nas mídias sociais. Wade Nicholson-Doyle contou à BBC que levou o namorado, Chris, para o show como um presente de aniversário. Em determinado momento do show, Adele apontou para o casal, que subiu no palco. Wade então se ajoelhou e fez o pedido em frente a milhares de pessoas.

A resposta ao pedido foi, é claro, "sim". A plateia respondeu com gritos e palmas - e a cantora também comemorou.

Confira:

Paranaense é preso com 5,6 quilos de ecstasy no aeroporto Aluízio Alves

Compartilhe esse conteúdo

A Polícia Federal prendeu na madrugada deste domingo (23/4) no aeroporto internacional Governador Aluízio Alves em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, um estudante paranaense, 28 anos, acusado de tráfico de drogas. Ele reside em Curitiba (PR) e desembarcou de um voo vindo de Portugal trazendo na bagagem 5,6 quilos de ecstasy.

A prisão aconteceu logo após os policiais serem avisados pela Receita Federal de que ao ser submetida à inspeção de raios X, havia sido detectada uma bagagem de conteúdo suspeito. De imediato, o estudante foi identificado como sendo o proprietário da mala, a qual, após ser vistoriada, continha em um fundo falso, envoltos em fitas plásticas, três tabletes contendo um pó branco com característica de substância entorpecente.

O homem recebeu voz de prisão e em seguida foi conduzido para autuação na sede da Polícia Federal no bairro de Lagoa Nova, onde a substância encontrada passou por perícia e deu resultado preliminar positivo para MDMA.

Quando do seu interrogatório, porém, o suspeito invocou o direito constitucional de permanecer em silêncio e negou-se a responder a todas as perguntas que lhe foram formuladas.      

Além da droga, foram apreendidos ainda com o acusado: Celulares, passaporte e um bilhete de passagem em seu nome com origem em Bruxelas, Bélgica, onde os policiais acreditam que o ecstasy tenha sido adquirido.

Indiciado na lei de tráfico internacional de drogas, o preso foi submetido a exame de corpo de delito e encontra-se custodiado na Superintendência da PF, à disposição da Justiça.

Esta foi a 2ª. apreensão de droga sintética realizada pela PF este ano no aeroporto Aluízio Alves. O total de ecstasy apreendido no período já ultrapassa a marca dos 19 quilos.

Campanhas presidenciais de 2014 receberam R$ 37 mi em caixa 2, dizem delatores

Compartilhe esse conteúdo

Os executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht afirmaram, em depoimentos de delação premiada à força-tarefa da Operação Lava Jato, que a empresa repassou R$ 37 milhões em doações irregulares, o chamado caixa 2, para a campanha presidencial de 2014.

As campanhas eleitorais presidenciais do PT, do PSDB e do PSC, em 2014, tiveram R$ 24 milhões, R$ 7 milhões e R$ 6 milhões, respectivamente, em repasses ilícitos. Parte das doações irregulares era feita em espécie e repassada em mochilas durante encontros entre mediadores da empresa e dos partidos.

Os valores foram detalhados pelos ex-executivos da companhia, que tiveram os depoimentos homologados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início deste ano. Na semana passada, com base nas delações premiadas, o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, determinou a abertura de inquéritos para investigar os políticos com foro privilegiado na Corte citados nos depoimentos.

Responsável pelas maiores negociações, o ex-presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, conta que, após acertar os valores com partidos e candidatos que receberiam apoio, as doações eram operacionalizadas entre seus subordinados e representantes dos candidatos. De acordo com ele, como havia um limite para doação oficial, a Odebrecht sempre recorria ao caixa 2 para concretizar os repasses acertados previamente.

O ex-diretor de Relações Institucionais da empreiteira, Alexandrino Alencar, descreveu como foi feito o acerto para a campanha à reeleição de Dilma Rousseff (PT). Ele disse que combinou com o então coordenador financeiro da campanha, Edinho Silva, o repasse de R$ 35 milhões a serem distribuídos igualmente a cinco partidos para que apoiassem o PT. O objetivo era o “aumento do tempo de horário eleitoral na televisão” que, conforme Alexandrino, teve incremento de um terço após os pagamentos feitos ao PROS, PRB, PCdoB, PDT e PP.

Do valor acertado, os delatores indicam que R$ 24 milhões foram de fato repassados. O ex-diretor da Odebrecht em Salvador, Hilberto Mascarenhas Silva, conta ter recebido, em julho de 2014, um e-mail de Marcelo Odebrecht autorizando o pagamento, a ser “debitado na conta pós-Itália”, que era uma espécie de crédito que o governo federal e o PT tinham com a construtora, e que ia sendo abatido conforme os pedidos. Documentos fornecidos pelos delatores ao Ministério Público Federal (MPF) indicam que R$ 5 milhões foram repassados ao PROS, R$ 2 milhões ao PDT, R$ 5 milhões ao PRB e R$ 7 milhões ao PCdoB, além de R$ 5 milhões ao marqueteiro da campanha do PT, João Santana, que está preso.

De modo mais genérico, os delatores indicam que outros pagamentos foram feitos a João Santana no exterior, mas não são detalhados os valores nem os períodos. Em um dos depoimentos, Marcelo Odebrecht detalha também os repasses feitos de forma oficial. “Para a campanha de 2014, teve a doação oficial, se não me engano de R$ 5 milhões no primeiro turno e de R$ 2 milhões no segundo turno, que saiu dessa conta. Teve uma doação que a gente fez de R$ 5 milhões para o Comitê do PT, que depois foi para a campanha dela, já combinado com o Edinho. Houve também doações para João Santana, os pagamentos por fora”, disse o ex-presidente da companhia.

Os repasses para campanha de Aécio Neves à Presidência também envolveram valores direcionados a outros partidos, além do PSDB. Os delatores afirmaram que Marcelo Odebrecht havia combinado com o tucano uma doação de R$ 15 milhões, que acabou não ocorrendo porque, de acordo com ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Júnior, “eles não queriam receber o pagamento lá fora”. O ex-executivo da empresa descreve que R$ 3 milhões foram pagos em várias parcelas de R$ 250 mil, entre maio e setembro de 2014; e que outros R$ 3 milhões, em três parcelas de R$ 1 milhão, também no mês de setembro.

Então vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho, disse que outro R$ 1 milhão foi repassado ao DEM, partido que apoiou o PSDB nas eleições de 2014. De acordo com Marcelo Odebrecht, outros valores chegaram a ser repassados ainda na época da pré-campanha.

“A partir daí, dentro da nossa lógica empresarial, de que campanha presidencial era comigo, eu comecei a definir os valores de pagamento. Eram R$ 500 mil por mês por dez meses pré-campanha e que foram operacionalizados antes da abertura do comitê dele. Esse foi o valor que eu acertei com o Aécio. Depois fizemos uma doação oficial, de R$ 5 milhões, mais ou menos o mesmo valor que a gente deu para a Dilma", disse Marcelo Odebrecht aos investigadores.

Já a campanha de Pastor Everaldo (PSC) teve R$ 6 milhões em caixa 2, conforme os delatores. Nesse caso, o valor combinado era menor, de R$ 1 milhão, mas o ex-presidente da Odebrecht Ambiental, Fernando Reis, conta que mais repasses foram solicitados pelo candidato.

Segundo o delator, o acerto envolvia também um pedido para que o candidato do PSC escolhesse Aécio Neves para fazer perguntas durante os debates presidenciais veiculados pela TV. “O procedimento insistente ocorreu várias vezes e terminamos pagando em torno de R$ 6 milhões em entregas no período eleitoral de 2014, tendo como propósito levar para os debates presidenciais a discussão da privatização. De fato, pude notar que o Pastor defendeu com veemência o discurso pró-privado, chegando a dizer que iria privatizar tudo o que fosse possível”, disse Reis em um de seus depoimentos.

Respostas

A assessoria de Dilma Rousseff disse que a então candidata “nunca autorizou” arrecadação de recursos por meio de caixa 2 para suas campanhas presidenciais. Em nota à imprensa no qual comenta supostos recebimentos de recursos por João Santana, Dilma afirma que as “únicas pessoas” aptas a captar dinheiro foram os tesoureiros das campanhas de 2010 e 2014, “em conformidade com a legislação eleitoral”.

“Nas duas eleições, a orientação de Dilma Rousseff sempre foi clara e direta para que fosse respeitada a legislação eleitoral em todos os atos de campanha. Ela nunca teve conhecimento de que suas ordens tenham sido desrespeitadas. Todos que participaram nas instâncias de coordenação das duas campanhas sempre tiveram total ciência dessa determinação”, informou. Ainda segundo a assessoria, Dilma “nunca manteve relação de amizade ou de proximidade” com Marcelo Odebrecht.

Então coordenador financeiro da campanha de Dilma, Edinho Silva voltou a afirmar que a arrecadação foi feita de maneira legal e que todas as doações foram declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral. “É bom lembrar que a grande maioria dos partidos que apoiaram a campanha de Dilma em 2014 já participavam do governo (2010/2014), governavam ministérios, portanto, era natural que apoiassem a reeleição de Dilma/Temer”, afirmou o atual prefeito de Araraquara, também por meio de nota.

De acordo com a assessoria do senador Aécio Neves (PSDB-MG), o então candidato pediu apoio para as campanhas de “diversos candidatos”, na condição de dirigente partidário, “sempre na forma da lei”. Segundo o tucano, o próprio Marcelo Odebrecht afirmou na delação que as doações direcionadas a Aécio “nunca envolveram nenhum tipo de contrapartida”.

“O senador Aécio Neves foi um dos principais defensores do fim do sigilo sobre as delações e do aprofundamento das investigações, que considera fundamentais para comprovação das falsas acusações feitas a ele e para demonstração cabal da correção dos seus atos”, informou a assessoria.

Já Pastor Everaldo declarou que não recebeu recursos ilícitos e não autorizou que ninguém falasse em seu nome. Em mensagens na rede social Twitter, o então candidato disse que as afirmações de que ele teria sido pautado no debate presidencial são “sem pé nem cabeça”. “A campanha de 2014 custou menos de R$ 2 milhões. É um absurdo alguém dizer que recebi R$ 6 milhões”, disse.

Segundo Everaldo, em vídeo postado na internet, quem o acusou de receber a quantia “vai ter que apresentar alguma prova”. “O PSC faz campanhas modestas, com recursos legais. Essa é uma tentativa de calar a voz dos evangélicos na política. Não conseguirão”, afirmou.

Também em comunicado à imprensa, o PCdoB disse reafirmar sua “total confiança nos quadros” do partido, citados pelos delatores da Odebrecht. “Confiamos, ainda, em uma condução do processo que preserve as garantias individuais e o Estado de Direito, de modo que temos a mais completa convicção de que os processos serão arquivados”, afirmam na nota a presidenta nacional do partido, deputada Luciana Santos, e a líder do PCdoB na Câmara, Alice Portugal.

O presidente do PDT, Carlos Lupi, negou que a inclusão do partido na chapa Dilma-Temer tenha envolvido repasse de recursos. De acordo com ele, a garantia da aliança se deu meses antes do período em que, segundo o delator, os pagamentos teriam sido feitos. "O PDT foi o primeiro partido político que declarou oficialmente apoio à chapa de Dilma Rousseff. Foi no dia 10 de junho de 2014, quando a então candidata Dilma Rousseff foi ao partido em ato público amplamente divulgado pela imprensa. Isso já comprova, diante das datas apresentadas pelo delator, que o anúncio aconteceu meses antes do suposto pagamento", informou Lupi, acrescentando que iria tomar as medidas judiciais cabíveis para que o delator "comprove o que afirmou".

O PRB, cujo presidente nacional, Marcos Pereira, é atualmente ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, também se manifestou sobre o conteúdo das delações. O partido afirma que não recebeu dinheiro proveniente de caixa 2 e que os pedidos de doações à Odebrecht foram feitos de acordo com as regras eleitorais, quando ainda era permitido arrecadação de recursos empresariais.

"No entanto, nenhum valor foi destinado ao partido. Vale lembrar que, à época, o PRB tinha apenas 8 deputados federais e o menor tempo de televisão entre os partidos que apoiaram a candidata do PT. A convenção que definiu o apoio ao PT aconteceu nas últimas horas do último dia possível, porque Marcos Pereira tentou até o fim levar o PRB para outro projeto, o que acabou não acontecendo por questões conjunturais", informou a legenda.

De acordo com o PROS, todas as doações recebidas pela legenda foram "devidamente declaradas" à Justiça Eleitoral. "A direção nacional do partido desconhece as afirmações citadas e ratifica que suas movimentações financeiras estão dentro dos parâmetros estabelecidos pela justiça eleitoral", informou a legenda.

Corpo de empresário Milton Marques será sepultado neste domingo

Compartilhe esse conteúdo

O corpo do empresário e ex-reitor da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (Uern) Milton Marques de Medeiros será sepultado neste domingo (23) no cemitério de São Sebastião, no centro de Mossoró.

Aos 77 anos, ele morreu no sábado à tarde no Hospital Monte Klinikum, em Fortaleza, com um quadro grave de pneumonia. Estava internado desde o início de abril com um infecção pulmonar.

Fundador do Sistema Oeste de Comunicação, que opera rádios em Mossoró, Assu e Apodi, além da TV Cabo Mossoró, promotora de TV por assinatura, internet e do Canal próprio TCM 10 HD e aina empresário do ramo salineiro, Milton Marques, formado em Medicina e Direito, foi também reitor da universidade estadual e apontado como responsável por muitos avanços experimentados pela Uern nos últimos anos.

Nascido em Upanema, em 9 de julho de 1940, Milton Marques se formou em medicina, exercendo a psiquiatria por 35 anos, mas foi na área da comunicação que sua atuação mais se destacou. Amigos e colaboradores deixaram inúmeras mensagem de pesar nas redes sociais, assim como autoridades.

Bombeiros capturam jacaré de mais de 2 metros na zona urbana de Mossoró

Compartilhe esse conteúdo

Bombeiros Militares de Mossoró capturaram no início da manhã deste domingo (23) um jacaré de mais de dois metros de comprimento, na Ilha de Santa Luzia em Mossoró. A informação é da assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Públic a e Defesa Social.

O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado por volta das 6h30 para fazer a captura do réptil, que estava em uma área de residências e representava risco aos moradores.

Após a captura, o animal foi levado, com o apoio da Polícia Militar para o Ibama, em Natal. O capitão Mairton do Corpo de Bombeiros Militar do RN (CBMRN) foi o comandante da operação.

Aumento da tarifa de ônibus para R$ 3,35 passa a valer nesta segunda-feira

Compartilhe esse conteúdo

O reajuste de 15,52% na tarifa dos ônibus coletivos de Natal será aplicado nesta próxima segunda-feira, dia 24, segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU). A nova passagem irá aumentar dos atuais R$ 2,90 para R$ 3,35.
Essa é a maior atualização tarifária dos últimos dez anos. Até então, a maior variação no período tinha sido entre os anos de 2014 e 2015, quando o valor da passagem subiu de R$ 2, 35 para R$ 2,65: 12,7%. De 2010 a 2011 a variação atingiu 10%, quando os valores se elevaram de R$ 2,00 para R$ 2,20.

O valor foi proposto pela pró-pria STTU e aprovado na última terça-feira, 18, pelo Conselho Municipal de Transporte e Mobilidade Urbana (CMTMU).

Em 10 anos, segundo levanta-mento feito pelo NOVO, as passagens de ônibus tiveram aumento total de 91,4%. No ano de 2007, os usuários pagavam R$ 1,75 para utilizar o transporte público. Com a atual tarifa, levando-se em conta o mínimo de duas passagens por usuário ao dia, o natalense gasta R$ 1.670 anuais.

O aumento de R$ 0,45 no preço do bilhete é o maior já praticado nos últimos dez anos. Fazendo um recorte somente dos últimos dois anos, o aumento é de exato R$ 1, o que representa um aumento de 42,5%.
Por mês, ao utilizar duas passagens por dia, o trabalhador vai desembolsar R$ 160,80 por mês. Este valor corresponde a 17% de um salário mínimo.

A proposta apresentada pela STTU leva em conta um pedido do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Rio Grande do Norte (Sintro/RN) que deve ser incluído no dissídio deste ano, marcado para o início do próximo mês de maio. A categoria quer incluir em seus salários um plano de saúde de R$ 90, o que implicaria em uma taxa de 8,75% incidindo sobre a tarifa do transporte coletivo público natalense.

O Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passa-geiros do Município do Natal (Seturn) também apresentou um terceiro valor, que seria do agrado da entidade: R$ 3,50, valor defendido desde janeiro, mês em que a classe começou a pressionar para o reajuste tarifário.

O aumento da passagem tam-bém traz responsabilidades a que recaem sobre o empresariado do transporte. A Prefeitura Municipal de Natal elencou três chamadas contrapartidas para as empresas: a implantação de 100 abrigos novos convencionais pela cidade; a viabilização e disponibilização pública por parte das empresas dos dados da bilhetagem no site oficial da Secretaria Municipal de Mobilidade urbana (STTU); e por último, também a divulgação pública online dos dados dos GPS dos ônibus para que os usuários e fiscalização confira as informações quanto as rotas dos veículos.

Em dois meses, pelas expectativas da STTU, os dados da bilhetagem e dos GPS deverão estar disponíveis no sítio virtual da pasta. Para os abrigos será dado um prazo de dois meses a mais.

A tecnologia promete melhorar a logística de distribuição dos ônibus pela cidade, evitando longas esperas por parte dos usuários. Atualmente há dois aplicativos para smarthphone que mapeiam as rotas do transporte na cidade. Deveria ser apenas um, conforme constava nas contrapartidas do reajuste do ano passado, mas as empresas fizeram dois dispositivos, com três empresas em cada.

Das contrapartidas anteriores, os empresários também ficaram devendo a renovação de 70 ônibus. Somente 14 foram disponibilizados de janeiro de 2016 até aqui, faltando 56. A Prefeitura relevou essa quebra porque, em maio do ano passado, após o aumento tarifário para R$ 2,90, os empresários solicitaram um novo reajuste.

Isso porque o Município havia colocado na tarifa 4% da inflação sobre o salário dos rodoviários. Após as negociações daquele ano, o empresariado aumentou em 10% os salários e queria que a diferença de 6% fosse compensada nas passagens. Por isso, entendendo que houve certo prejuízo, o Município relevou o não cumprimento dos deveres das empresas.

Derrotados ontem, quando queriam um reajuste maior, com a passagem passando para R$ 3,50, o Seturn não garantiu que conseguirá cumprir, novamente, as exigências do Município. A classe tomará um posicionamento nos próximos dias.