Zeca Pagodinho convoca corrente de orações para o parceiro Arlindo Cruz

Zeca Pagodinho convoca corrente de orações para o parceiro Arlindo Cruz

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O cantor Zeca Pagodinho usou suas redes sociais para pedir aos seus fãs que façam uma corrente de orações para tentar ajudar seu amigo pessoal, o sambista Arlindo Cruz, que entrou em um coma induzido após sofrer um AVC na última sexta-feira, 17.

"Olá gente, estou aqui convocando todos os amigos, fãs, parceiros, enfim, todo mundo do Brasil para às seis horas da tarde a gente entrar numa corrente para rezar para o meu parceiro Arlindo Cruz, que está um pouquinho doente, e a gente pedir a Deus que ele melhore. Às seis da tarde, todo mundo com pensamento positivo pelo meu compadre Arlindo Cruz", pediu Zeca.

Corpo de homem é encontrado por Polícia e São José de Mipibu, neste sábado

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Um homicídio foi registrado na manhã deste sábado (22), num condomínio residencial situado na comunidade do Pau Brasil, em São José de Mipibu. A vítima foi identificada como Walmir Gomes Soares, de 23 anos, segundo o site Nísia Digital.

De acordo com informações preliminares, disparos foram ouvidos pelos moradores da região durante a noite. Pela manhã, populares viram o corpo de Walmir nas proximidades de sua residência.

A Polícia Militar, uma equipe da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil e uma unidade do ITEP estão no local do crime.

Tentativa de arrombamento da caixa eletrônico é frustrada pela PM

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Por volta da zero hora deste sábado, uma quadrilha com vários veículos tentou estourar o banco Bradesco de João Câmara, na região do Mato Grande, e segurar os Policiais Militares de novo no prédio da Companhia de Polícia Militar.

A PM se deparou com um dos veículos dos bandidos que estava em fuga em direção às rodovias com destino a Jardim de Angicos e Bento Fernandes, na Região Central.

Os bandidos desistiram de estourar o caixa eletrônico do Bradesco depois que encontraram a viatura da PM. Segundo informações, um veículo com bandidos de cabeças cobertas e armados chegou a estacionar na frente do banco Bradesco,

Governo de Mato Grosso envia peritos para assentamento após chacina

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Três técnicos da Perícia Oficial e Identificação Técnica da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Mato Grosso foram enviados ontem (21) ao distrito de Guariba, na cidade de Colniza, onde adultos, idosos e crianças foram assassinadas por “encapuzados” após disputa de terra na região. O local é um assentamento, em uma área denominada Taquaruçu do Norte. Colniza fica a 1.065 quilômetros de Cuiabá.

Informações do governo do estado apontam que cinco pessoas morreram na chacina. O número de mortos, no entanto, pode ser maior. De acordo com a Comissão Pastoral da Terra, (CPT) dez pessoas foram assassinadas. Segundo a CPT, conflitos fundiários são comuns na gleba, onde ocorreram mortes há mais de dez anos e há registros de assassinatos e agressões.

A CPT informou que investigações policiais feitas nos últimos anos têm apontado que “os gerentes das fazendas na região comandavam rede de capangas para amedrontar e fazer os pequenos produtores desocuparem suas terras”.

Quinta (20), o governo mato-grossense informou que policiais militares e civis lotados na cidade de Colniza se deslocaram para a área, que fica a 250 km da sede do município.

Reforma da Previdência agrava desigualdades sociais, dizem CNBB, OAB e Cofecon

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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Federal de Economia (Cofecon) manifestaram-se hoje (19) contra a reforma da Previdência. Em nota, as três entidades disseram que é necessário que a sociedade brasileira esteja atenta às “ameaças de retrocessos”.

“A PEC 287 [Proposta de Emenda à Constituição] vai na direção oposta à necessária retomada do crescimento econômico e da geração de empregos, na medida em que agrava a desigualdade social e provoca forte impacto negativo nas economias dos milhares de pequenos municípios do Brasil”, diz a nota. “A ampla mobilização contra a retirada de direitos, arduamente conquistados, perceptível nas últimas manifestações, tem forçado o governo a adotar mudanças. Possíveis ajustes necessitam de debate com a sociedade para eliminar o caráter reducionista de direitos.”

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC 287/16 está reunida para a leitura do parecer do relator, Arthur Maia (PPS-BA), sobre o projeto. A previsão é que o texto seja votado na comissão na próxima semana.

Para as entidades, nenhuma reforma que afete direitos básicos da população pode ser formulada sem a devida discussão com o conjunto da sociedade e suas organizações. “A reforma da Previdência não pode ser aprovada apressadamente, nem pode colocar os interesses do mercado financeiro e as razões de ordem econômica acima das necessidades da população. Os valores ético-sociais e solidários são imprescindíveis na busca de solução para a Previdência”, dizem as entidades.

Para a CNBB, a OAB e a Cofecon, as mudanças nas regras da seguridade social têm de garantir a proteção aos vulneráveis, idosos, titulares do Benefício de Prestação Continuada (BPC), enfermos, acidentados, trabalhadores de baixa renda e trabalhadores rurais. “As mulheres merecem atenção especial, particularmente na proteção à maternidade.”

As entidades pedem ainda uma auditoria na Previdência Social que justifique a reforma proposta.

“Sem números seguros e sem a compreensão clara da gestão da Previdência, torna-se impossível uma discussão objetiva e honesta, motivo pelo qual urge uma auditoria na Previdência Social. Não é correto, para justificar a proposta, comparar a situação do Brasil com a dos países ricos, pois existem diferenças profundas em termos de expectativa de vida, níveis de formalização do mercado de trabalho, de escolaridade e de salários. No Brasil, 2/3 dos aposentados e pensionistas recebem o benefício mínimo, ou seja, um salário mínimo, e 52% não conseguem completar 25 anos de contribuição”, argumentam as entidades.

Durante esta semana, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que a reforma da Previdência é uma necessidade financeira e fiscal e que a medida irá contribuir para a retomada do crescimento do país. “A reforma não é uma questão de preferência ou de opinião, é uma questão de necessidade matemática, financeira, fiscal. Se o país não fizer uma reforma no devido tempo, em primeiro lugar, as taxas de juros brasileiras, ao invés de cair, vão voltar a subir fortemente, vão faltar recursos para o financiamento do consumo, do investimento, o desemprego voltará a crescer e, ao mesmo tempo, teremos a inflação de volta”, disse.

Operação da Polícia Federal investiga fraudes na Caixa Participações

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A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (19) a Operação Conclave que investiga possíveis fraudes na compra de ações do Banco Panamericano pela Caixa Participações S.A. (Caixapar). O inquérito apura a responsabilidade de gestores da Caixa Econômica Federal (CEF), além de investigar possíveis prejuízos causados a correntistas e clientes.

Cerca de 200 policiais estão cumprindo desde cedo 46 mandados de busca e apreensão expedidos pela 10ª Vara Federal de Brasília. "A decisão ainda determinou a indisponibilidade e bloqueio de valores de contas bancárias de alvos das medidas cautelares. O bloqueio alcança o valor total de R$ 1,5 bilhão", diz a nota da PF.

De acordo com as investigações, alguns núcleos criminosos foram identificados, entre eles, "o núcleo de agentes públicos, responsáveis diretos pela assinatura dos pareceres, contratos e demais documentos que culminaram com a compra e venda de ações do Banco Panamericano pela Caixapar e com a posterior compra e venda de ações significativas do Banco Panamericano pelo Banco BTG Pactual S/A",

Outro núcleo, o de consultorias, segundo a PF, emitia pareceres para legitimar os negócios realizados. E o núcleo de empresários que, "conhecedores das situações de suas empresas e da necessidade de dar aparência de legitimidade aos negócios, contribuíram para os crimes em apuração".

Segundo a Polícia Federal, os investigados poderão responder pelos crimes de gestão temerária ou fraudulenta, além de outros delitos que possam vir a ser descobertos. As punições para esses crimes podem chegar a 12 anos de reclusão. O nome da operação faz referência à forma sigilosa com que foram tratadas as negociações e alude ao ritual (Conclave), no Vaticano, para a escolha do papa .