Estado Islâmico assume autoria de ataque a tiros na Champs-Élysées

Estado Islâmico assume autoria de ataque a tiros na Champs-Élysées

Compartilhe esse conteúdo

O grupo terrorista Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque a tiros na Avenida Champs-Élysées, em Paris, que causou hoje (20) a morte de um policial e feriu outros dois. As informações são da Agência EFE.

Em um breve comunicado divulgado na internet pela agência de notícias Amaq, ligada à organização jihadista, os extremistas informaram que o autor dos disparos que mataram o policial foi "um dos combatentes do Estado Islâmico", identificado como "Abu Youssef, o belga".

O comunicado da Amaq, cuja veracidade não chegou a ser comprovada, cita uma "fonte de segurança" jihadista e não dá mais dados sobre o ataque além da localização.

O atentado, que ocorreu às 21h (16h no horário de Brasília), deixou também um pedestre ferido. O tiroteio começou quando o autor parou o carro em que estava perto de uma viatura policial e abriu fogo. Posteriormente, ele foi morto por tiros de outros policiais, segundo as autoridades. EFE

Pronunciamento

Mais cedo, o presidente da França, François Hollande, havia declarado que todas as pistas indicavam que o tiroteio teve "caráter terrorista ".

"Estamos convencidos de que as pistas que podem conduzir à investigação e que devem revelar toda a realidade são de caráter terrorista", disse o presidente em um pronunciamento à imprensa no Palácio do Eliseu, a poucos metros do local do tiroteio.

Hollande confirmou que um policial morreu e outros dois ficaram gravemente feridos, e acrescentou que um transeunte que passava pelo local também ficou ferido.

A investigação foi passada à seção antiterrorista da procuradoria de Paris, declarou o presidente, que afirmou que esta deverá determinar a natureza do incidente e se o autor contou com cúmplices.

Além disso, o presidente afirmou que convocou um Conselho de Defesa para amanhã (21) de manhã.

'El País' afirma que greve geral desafia reformas do governo Temer

Compartilhe esse conteúdo

O jornal espanhol "El País" destacou em seu site nesta sexta-feira, 28, a repercussão da greve no Brasil afirmando que o movimento "desafia as reformas do governo brasileiro". "Os sindicatos decidiram desafiar (o presidente Michel Temer) nas ruas e nesta sexta-feira o submetem a uma prova de fogo com a convocação de uma greve geral que encontrou apoio inesperado além das tradicionais alas da esquerda", afirmou o diário.

O "El País" também compara o movimento com a greve enfrentada em 2013 pela então presidente Dilma Rousseff e diz que o atual movimento representa um "exame decisivo que pode marcar o futuro do presidente".

Já o jornal argentino "Clarín" destacou a "primeira greve geral no Brasil em 21 anos", com paralisação do transporte público nas principais cidades do País e incidentes e piquetes em alguns locais. O diário relatou confrontos entre o MTST e a Polícia Militar nas proximidades do aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo.

Veja fotos do local em que caiu 'mãe de todas as bombas'

Compartilhe esse conteúdo

Terremoto de magnitude 7,1 atinge o Chile

Compartilhe esse conteúdo

Tremor com epicentro no mar foi sentido na costa oeste do país, próximo à capital Santiago. Por medo de tsunami, evacuação da zona costeira chegou a ser pedida pelo Escritório Nacional de Emergência Chileno, mas alerta foi cancelado. Não há informações sobre danos materiais e feridos.

Trump defende muro na fronteira com o México e critica pesquisas

Compartilhe esse conteúdo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou seu perfil no Twitter nesta segunda-feira para defender o muro que pretende construir na fronteira com o México. Segundo o republicano, ele será uma ferramenta muito importante "para impedir que as drogas entrem em nosso país e envenenem a nossa juventude (e muitos outros)".

Trump também se posicionou contra pesquisas que indicam que a reprovação de seu governo está acima de 50%. Segundo pesquisa ABC News/Washington Post, divulgada no fim de semana, a aprovação do republicano é de 42%, enquanto a reprovação é de 53%.

Segundo o levantamento, esse é o pior nível de aprovação desde o governo de George H.W.Bush. A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 20 de abril, com 1.004 pessoas entrevistadas por telefones fixos e celulares. A margem de erro é de 3,5 pontos porcentuais para mais ou para menos.

Em seu perfil no Twitter, Trump ressaltou que as recentes pesquisas, apesar de trazerem algumas informações positivas, estavam "totalmente erradas" nas eleições do ano passado.

França: Macron é favorito sobre Le Pen no segundo turno

Compartilhe esse conteúdo

De acordo com uma pesquisa de opinião com projeções para o segundo turno da eleição presidencial na França, o candidato centrista Emmanuel Macron venceria a candidata de extrema-direita, Marine Le Pen, com 61% dos votos, contra 38% dela, informou a Opinionway nesta segunda-feira.

Macron e Le Pen venceram o primeiro turno, realizado ontem, com 23,75% e 21,53% dos votos, respectivamente. François Fillon, dos republicanos, ficou em terceiro lugar, com 19,94%, enquanto o socialista Jean-Luc Mélenchon obteve 19,62% dos votos.

O segundo turno, que acontece no dia 7 de maio, deve gerar muita expectativa, uma vez que Le Pen defende uma saída do país da União Europeia e da zona do euro, enquanto Macron defende a permanência da França no bloco.