Ministro diz que Estado Islâmico quer atacar Londres com armas químicas

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O ministro da Segurança da Grã-Bretanha, Ben Wallace, afirmou que o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) tem o objetivo de realizar atentados em "larga escala" com armas químicas no país. As informações são da agência de notícias Ansa.
 
"A ambição do EI é realizar ataques em massa. Eles não têm nenhuma restrição moral para usar armas químicas contra a população e, se puderem, vão fazer isso em nosso país", disse Wallace ao jornal The Sunday Times.
 
O ministro informou, no entanto, que não foi verificado nenhum plano do tipo especificamente contra a Grã-Bretanha, mas que relatórios internacionais mostram que há células do grupo com o foco de fabricar armas.
 
Em fevereiro do ano passado, segundo Wallace, as autoridades do Marrocos bloquearam uma célula que produzia substâncias para "fabricar uma bomba ou um veneno mortal".
 
Outra preocupação é que o enfraquecimento do Estado Islâmico na Síria e no Iraque possa fazer com que os britânicos que se identificaram e foram lutar pelo Califado nesses países voltem ao Reino Unido.
 
"A grande preocupação é se Mosul entrar em colapso e todas as outras bases do EI caírem. Nós sabemos que há um número significativo lutando pelo EI na Síria. Eles provavelmente vão querer voltar para casa", acrescentou Wallace, destacando que há cerca de 800 cidadãos do país lutando pelo grupo.
 

Quase 1,4 milhão de crianças estão em "risco iminente de morte", diz Unicef

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A Unicef, agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para a infância, disse nesta terça-feira que quase 1,4 milhão de crianças estão em "risco iminente de morte", uma vez que a fome ameaça partes do sul do Sudão, da Nigéria, da Somália e do Iêmen.

O anúncio da Unicef ocorre um dia depois de a fome ter sido declarada em partes do Sudão do Sul, onde a guerra civil tem levado a uma inflação severa, tornando a comida inacessível para muitos.

A Unicef, há meses, alertou sobre a desnutrição grave no nordeste Nigéria, especialmente em áreas que têm sido largamente inacessíveis por causa do grupo extremista islâmico Boko Haram. A agência disse que cerca de 500 mil crianças devem enfrentar a desnutrição severa este ano em Borno, Yobi e Adamawa.

A agência disse ainda que a Somália também enfrenta a seca e em meio ao conflito do Iêmen, quase meio milhão de crianças têm "desnutrição aguda grave". Fonte: Associated Press.

Conselheiro de Segurança Nacional de Trump pede demissão

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O conselheiro de Segurança Nacional do governo dos Estados Unidos Michael Flynn pediu demissão na noite desta segunda-feira (13), após ter dado declarações conflituosas acerca de seus contatos com autoridades russas. 
 
A renúncia de Flynn é a primeira perda no primeiro escalão da gestão Donald Trump, que ainda não completou um mês.
 
Flynn disse inicialmente a assessores de Trump que não havia discutido sanções à Rússia com o embaixador do país no período de transição de governo.
 
O vice-presidente Mike Pence, aparentemente baseado em informações prestadas por Flynn, defendeu o conselheiro publicamente.
 
Mais tarde, no entanto, Flynn afirmou que o tema pode ter surgido nas conversas com o representante russo.

Destruição de bomba da 2ª Guerra retira 75 mil pessoas de casa na Grécia

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As autoridades da cidade de Salonia, do norte da Grécia, retiraram cerca de 75 mil pessoas neste domingo para que especialistas do Exército destruíssem uma bomba que não explodiu durante a Segunda Guerra Mundial. Ela foi encontrada em um posto de gasolina e tinha 227 kg.
 
A retirada das pessoas começou por volta das 7h do horário local A polícia passou de casa em casa, tocando campainhas e batendo nas portas para lembrar as pessoas - que vivem num raio de 2 km, principalmente no subúrbio de Kordelio -, que elas precisavam deixar as suas casas. 
 
Os especialistas em descarte de bombas desativaram a bomba em apenas 30 minutos, informou o governador da Macedônia Central, Apostolos Tzizikostas. A bomba agora será levada para um campo de tiro do exército.
 
"A primeira fase de destruição da bomba foi um sucesso total", disse Tzizikostas. "No entanto, os moradores ainda não estão autorizados a voltarem para suas casas, porque a remoção e o transporte são perigosos", acrescentou. 
 
Muitas pessoas deixaram a área em seus carros, mas algumas foram transportadas para escolas e ginásios em outras partes da cidade. A principal estação de ônibus da cidade foi fechada, os trens na área foram interrompidos e as igrejas cancelaram seus cultos dominicais. A cidade também reservou um hotel de 175 quartos onde as pessoas com mobilidade limitada e seus acompanhantes se hospedassem. 
 
Entre as pessoas que foram retiradas, estavam 450 refugiados alojados numa antiga fábrica.
 
Fonte: Associated Press
 

 

Qualquer pesquisa negativa contra decreto anti-imigração é falsa, diz Trump

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nesta segunda-feira uma mensagem em seu perfil no Twitter classificando as pesquisas de opinião que mostram uma maioria dos norte-americanos tendo uma opinião desfavorável ao decreto anti-imigração como "notícias falsas".

"Qualquer pesquisa negativa é notícia falsa, assim como as pesquisas da CNN, ABC e NBC durante a eleição. Desculpe, as pessoas querem segurança nas fronteiras e vetos extremos", escreveu o republicano.

"Eu decido minhas ações amplamente baseado em um acúmulo de dados, e todos sabem disso. Alguns veículos de NOTÍCIAS FALSAS, no intuito de marginalizar, mentem!", prosseguiu em um segundo tuíte.

Na sexta-feira, uma pesquisa de opinião divulgada pela rede CBS mostrou um país dividido, com a maioria simples de 51% dos entrevistados reprovando a medida que impede temporariamente a visita de cidadãos de sete países árabes. Outros 45% que aprovavam o conteúdo do decreto.

No mesmo dia, uma pesquisa da Ipsos/Reuters mostrou que 48% dos entrevistados apoiavam o decreto de Trump, contra 41% que se declararam contrários.