Animais Fantásticos e Onde Habitam - Crítica

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Parece que foi ontem que assistimos toda a saga de Harry Potter. Fomos acolhidos por mais de uma década com livros e filmes que fizeram parte da vida de crianças, adolescentes e adultos. J.K. Rowling sabe ser uma ótima escritora. Entretanto, ficávamos imaginando se ela desempenharia bem o papel de roteirista, ao assumir essa responsabilidade com Animais Fantásticos e Onde Habitam. 
 
Para quem não conhece a história, temos aqui o tímido magizoologista Newt Scamander (interpretado pelo oscarizado Eddie Remayne) que viaja à Nova York com sua maleta cheia de animais fantásticos do mundo mágico. Newt se mete em confusões quando seus animais começam a fugir da mala e causar transtornos na cidade, se tornando o principal suspeito de ter uma determinada criatura que está causando destruição e morte. 
 
Tivemos o prazer de assistir Animais Fantásticos numa sessão do MOVIECOM, atestando um filme maravilhoso e divertido, porém com alguns deslizes na narrativa e desenvolvimento provavelmente causado pela inexperiência de roteiro cinematográfico de Rowling ou pela direção de David Yate. E pela primeira vez,  um não mágico ganha espaço importante e papel principal na obra, Dan Fogler que  interpreta o simpático Jacob e Queenie  (interpretada pela linda cantora Alison Sudol), são personagens maravilhosos que conseguem nos cativar rapidamente. Colin Farrell está ótimo no papel do pseudo vilão e o aparecimento de Jonny Depp é uma surpresa para os desavisados. Enfim, vale a pena e vamos aguardar ansiosos pela continuação dessa saga maravilhosa. Mesmo tendo um tom diferenciado e mais maduro que a obra de HP, você vai sair do cinema com o gostinho de quero mais e com a vontade de refazer uma maratona dos filmes de Harry Potter, além dos livros, para relembrar e guardar cada detalhe que somará aos acontecimentos da saga de Animais Fantásticos. 
Segue nosso pequeno vídeo das primeiras impressões após assistir ao filme:
 
 
 
 
 
Sem querer soltar spoiler, mas já soltando...
 
ALERTA DE SPOILER.............................. 
 
 
 
 
Não entendemos o porque de algumas ações de Newt e de Tina, sabemos que o mundo mágico é segredo para a maioria dos no-maj (não mágicos, como os trouxas britânico) e certas coisas devem ficar em segredo e tal, até para preservar a integridade de seus amados animais, o que faz Newt parecer preocupado em capturar sua criaturas, mas perdem a  oportunidade de capturar um gira-gira (mariposa fujona) algumas vezes, ele e Tina (que entra em seu caminho por acaso) tem uma três oportunidades e apenas ficam olhando para o bicho se distanciar e pronto. Outra coisa sem lógica, é Newt perceber que um de seus animais chamado occami fugiu (uma espécie de cobra e pássaro que se adapta aos espaços) e alguns minutos depois esquece isso e diz que falta capturar uma criatura, e vai apenas atrás de uma criatura que consegue ficar invisível, chamado seminviso, e ao invés de buscar pelos dois. 
 
Creio que deveriam ter focado mais na busca pelos animais e dar mais ênfase ao desenvolvimento do obscurus no corpo do Credence, que aqui se tratava do verdadeiro vilão, pelo menos dentro desta história. E genteeeeeeeeeeee, outra coisa absurda, Percival é o único a defender o garoto de verdade (mesmo que por motivos errados) quando os bruxos matam Credence, isso mesmo, MATAM uma criança, ao invés de encontrar outra forma de capturá-lo, simplesmente matam o garoto após Tina e Newt terem tentado salvá-lo de si mesmo. 
O filme se torna maçante em vários momentos, com cenas forçadas e desnecessárias até, como a ida ao bar secreto para obter informações sobre o seminviso. E a despedida de Newt com o pássaro-trovão? Por um momento achei que o animal fosse se sacrificar para garantir a amnésia do povo de Nova York, afinal, ele soltou de vez esse animal? Não colocou mais em sua maleta? Enfim, acontecimentos sem explicação. 
 
Cada um vai observar coisas diferentes, mas que não diminuirão em nada o brilho dessa saga, se algo faltou, teremos quatro filmes para vislumbrar nos próximos anos. Bom filme galera!!!!
 

John Wick: Um Novo Dia Para Matar | Crítica

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O nome John Wick possui significado magistral. Todos o conhecem, todos sabem que devem temê-lo. Esse é um dos pontos mais enfáticos da trama, que logo em seu início é frenética para fisgar o espectador e não deixá-lo desviar a atenção, nem por um minuto.

O enredo se passa logo após os acontecimentos do primeiro filme, e desta vez John está atrás de recuperar o seu carro que está sob posse de um mafioso parente dos antagonistas da trama anterior.

Após alcançar seu objetivo, sem nenhuma discrição ou cordialidade, John planeja voltar a sua vida pacata. Porém, uma antiga dívida de honra bate a sua porta, e John tem que deixar sua curta aposentadoria para cumprir a provisória, marcada com sangue, e ser envolvido numa hecatombe sanguinolenta.

A sequência tão aguardada não deixa a desejar. No quesito ação, o filme entrega tudo que o primeiro entregou, e ainda mais. Muitas coreografias com as mãos nuas, facas e armas de fogo. Num ritmo frenético ao som de uma sinfonia de tiros, com pintura em vermelho carmesim, do jeitinho que nós gostamos. Tudo entregue com quantidade e qualidade. Além de, quase não utilizar os cortes rápidos de câmera, que tanto odiamos quando usado excessivamente,  nos permitindo apreciar as coreografias em sua totalidade.

Ao mesmo tempo que somos fisgados pelo ritmo insano, também deslumbramos um visual belíssimo. Repleto de cores fortes e variadas, apesar da predominância de tons escuros e ambientes noturnos. Apresentando ambientações que chamam a atenção pela mesclagem de belas cores com estruturas refinadas. 

Se no primeiro filme tínhamos uma ar de hq, o segundo se entrega totalmente a imersão num universo próprio, com regras, ambientações e argumentos que entregam uma originalidade imensa, como ter um sommelier de armas, um costureiro de ternos a prova de balas, uma moeda própria para negociação entre mafiosos, e uma alta cúpula do crime que possui regras refinadas. Os diálogos gestuais de Ares (Ruby Rose) sendo legendados com cores fortes e com algumas palavras em caixa-alta, contribuem para enfatizar a entrega do filme a um lado mais ficcional e divertido.

Keanu dá um show como John "Fodão" Wick, além dos demais coadjuvantes, que possuem algum destaque na trama, como Common e Ruby Rose que cumpriram bem o seu papel. Porém, nem tudo são flores. As dezenas de adversários que John enfrenta, as vezes parecem possuir um surto de "burrice" crônica, simplesmente não possuindo nenhuma estratégia de combate, ou pra piorar, algumas vezes ficam parados, talvez paralisados perante a imponência de John (sim! foi ironia...), esperando o mesmo iniciar e terminar sua sequência de golpes. Claro que este "defeito" é apenas um mero detalhe que passa despercebido aos olhos menos atentos e experientes no que diz respeito a ação.

O filme cumpre o que promete e elimina não só um exército de mafiosos, mas também qualquer dúvida sobre a qualidade que iria apresentar. Passando com mérito em todos os requisitos no escopo do ramo da ação. Prepare o balde de pipoca e não pisque, porque Baba Yaga ou Bicho Papão, como John também é conhecido, vem com sangue nos olhos.

Abaixo você pode conferir a programação no Moviecom, e não esqueçam de participar dos nossos sorteios semanais de ingressos para o Moviecom que rolam nas nossas redes sociais   @praianerd. Fiquem ligados!

Nova animação chinesa surpreende

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A China teve pouco sucessos em suas animações até então. Porém, parece que algo está prestes a mudar com a animação Suichenglixin Demon Curse Kuiyu Chouyuan, com muita ação, fantasia e qualidade visual. Ao que tudo indica será lançado ainda neste ano, 2017.

Curta o trailer desta fantástica obra chinesa:

 

Tokusatsus TV ! Impossível não assistir

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Pronto pra sentir uma avalanche de nostalgia?

A Sato Company, empresa que distribui diversas séries do tipo Tokusatsus no brasil, agora tem um canal no youtube, Tokusatsus TV, que disponibiliza periodicamente episódios gratuitos com a dublagem original em português do Brasil.

Já estão disponíveis episódios de Flashman, National Kid, Jiban, Changeman, Jiraiya e Jaspion. Tendo novas publicações de segunda a sábado, por volta das 11h.

Eae?! Tá pronto pra maratona?

 

Como forjar uma Nodachi Katana

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Já pensou em ter uma katana em casa? O canal Man At Arms: Reforged ensina como é a arte de fazer uma Nodachi. Desta vez o episódio é apresentado por nada mais, nada menos que Mark Dacascos.

Cinquenta Tons Mais Escuros | Filme picante em cartaz nos cinemas

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Após o termino do relacionamento Anastasia (Dokata Johnson) decide focar na sua carreira profissional, mais Christian Grey (Jamie Dorme) não é um homem que desiste tão fácil e resolve aceitar as regras dela. Eles reatam o relacionamento e a jovem começa a entender melhor os jogos sexuais que seu parceiro tanto admira.
O filme promete cenas de sexo mais picantes e ousadas que o filme de 2015, embaladas pela trilha sonora de Zayn e Taylor Swift para tornar as cenas ainda mais interessantes e envolventes. A adaptação do livro de mesmo nome escrito por E. L. James, tem agradados e causado críticas diversas pelo mundo, seja devido atuação, roteiro, adaptação entre outros. 
 
 
 
Veja abaixo alguns comentários de veículos da imprensa estrangeira para Cinquenta Tons Mais Escuros:
 

 “Mais sombrio? Cinquenta Tons Mais Escuros, o segundo filme na adaptação para as telas dos best-sellers sadomasoquistas de E.L. James, vai mais para a outra direção, substituindo a maior parte da dinâmica mestre / servo e do jogo sexual contratualmente delineado por cenas clichês de romantismo que nem as comédias românticas mais respeitadas estariam dispostas a realizar. O diretor James Foley assume a produção e tem o trabalho de introduzir algumas ameaças externas para o improvável casal Anastasia Steele e Christian Grey. Mas ele e o roteirista Niall Leonard não conseguem trazer novidades suficientes nesses novos vilões para reconquistar os fãs que se decepcionaram com o primeiro filme. Um terceiro filme já está agendado para 2018; mas espere um interesse menor do público a cada ano” (John DeFore, do The Hollywood Reporter).

“Pode não estar no mesmo nível de O Poderoso Chefão II ou Aliens, nem sequer deve ser mencionado na mesma frase, é claro, mas Cinquenta Tons Mais Escuros consegue ser uma sequência que supera seu primeiro filme simplesmente por não se levar muito a sério e por entregar ao público exatamente o que eles querem: uma boa e inventiva cena de sexo a cada 10 ou 15 minutos” (Pete Hammond, do Deadline).

 
O longa promete ser mais picante que o primeiro, veja os horários e não deixe de ir ver esse romance picante no Moviecom e contar para a gente o que você achou.  
 
Programação de 09/02 à 15/02/2017: