Brainiac é apresentado no novo trailer de Injustice 2

Brainiac é apresentado no novo trailer de Injustice 2

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O momento que todos esperavam: Brainiac finalmente foi apresentado em Injustice 2. O vilão parece está perseguindo o Superman, por sua vez este parece se unir a Batman para tentar deter a ameaça alienígena. 

Injustice está previsto para ser lançado no dia 16 de maio, para as plataformas PS4 e Xbox One. Os personagens já confirmados são: Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Supergirl, Aquaman, Atrocitus, Gorila Grodd, Pistoleiro, Arlequina, Flash, Besouro Azul, Bane, Hera Venenosa, Brainiac, Robin, Canário Negro, Monstro do Pântano, Mulher-Gato, Mulher-Leopardo, Ciborgue, Senhor Destino, Lanterna Verde, Nuclear, Arqueiro Verde, Adão Negro, Capitão Frio, Espantalho e Darkseid.

Guardiões da Galáxia Vol. 2 | Crítica

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Guardiões da Galáxia 2 vem com a missão de superar o seu antecessor, cujo sucesso absoluto rendeu quase US$ 800 milhões. Fazendo por merecer, pois reinventaram personagens que até então eram praticamente desconhecidos, a não ser pelos fãs mais assíduos. Atribuindo a cada um particularidades interessantes que os tornam carismáticos e únicos, dentro do cenário apresentado.

O enredo foca principalmente em Peter Quill (Chris Patt), através do encontro do mesmo com seu misterioso pai, Ego (Kurt Russell), "O Planeta Vivo" que pode ser considerado um Celestial - uma espécie de divindade.  Apesar de que os demais personagens tem os seus próprios problemas familiares para resolver: Rocky (Bradley Cooper) cujas ações os levaram a serem perseguidos pelos Soberanos (raça alienígena que se auto intitula perfeita), além de sua arrogância que afasta de si os demais guardiões;  O reencontro de Gamora (Zoe Saldana) com sua irmã Nebulosa (Karen Gillan) que sempre acaba em combate e tentativa de assassinato, devido as mágoas do passado que esta última guarda da primeira; Yondu (Michael Rooker) que é vítima de motim, se juntando aos guardiões e mostrando os verdadeiros sentimentos paternos que se escondem por trás da dura casca do mercenário durão. Em suma, a trama é basicamente um drama familiar (não que isso seja negativo) sem deixar o bom humor de lado, nem o aspecto sci-fi, que são essências da franquia. 

O humor, fator que tempera a franquia, está presente em todo o filme (talvez até de forma exacerbada), com destaque especial para Drax (Dave Bautista) que protagoniza as cenas mais hilárias, devido a sua sinceridade amarga e aparentemente um desejo indireto de empurrar a autoestima dos demais lá pra baixo. Rocky também não fica para trás tanto como combustível para explosões de risadas, quanto para ocasionador dos problemas que vem assolar nossos heróis.

Se faz necessário enfatizar que os efeitos especiais e criatividade são os fatores mais pertinentes do filme. As tecnologias apresentadas são incríveis se formos reparar os detalhes e a criatividade envolvida na sua elaboração: como a nave de Ego que parece ser orgânica; a nave de combate pilotada pelos guardiões, mais pro final, que possui pequenas esferas que disparam lasers em direções diferentes ou em conjunto num mesmo ponto, movimentando-se entre trilhas magnéticas por toda sua carcaça externa; o traje espacial com membrana energética; naves pilotadas remotamente (que já é uma realidade) pelo povo Soberano; além das várias armadilhas tecnológicas utilizadas por Rocky. São muitas as tecnologias apresentadas, e todas riquíssimas em detalhes.

O visual possui cores vibrantes com muitos detalhes a serem apreciados, principalmente no planeta Ego. Além do fato que a maioria das personagens está maquiada, pois são poucos os que possuem aparência completamente humana.

Esta sequência traz tudo que foi visto no primeiro filme e ainda mais. Muitos efeitos especiais, combates, tecnologias futuristas, cenários belíssimos e humor. O filme é muito bom e consegue superar o primeiro em todos os quesitos, abrindo portas para apresentação de novos personagens no universo Marvel, como Adam Warlock. Infelizmente não foi entregue pistas sobre o que diz respeito a Thanos. Guardiões da Galáxia Vol. 2 é acima de tudo um filme divertido que traz o aspecto mais bem humorado do universo Marvel.

Abaixo você pode conferir a programação no Moviecom, e não esqueçam de participar dos nossos sorteios semanais de ingressos para o Moviecom nas nossas redes sociais @praianerd:

Confira cenas por trás das câmeras em Velozes e Furiosos 8

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O diretor F. Gary Gray é expert em dirigir videoclipes de famosos americanos, como TLC, Ice Cube, Queen Latifah, que surpreendeu os fãs da infinita saga dos motoristas mais preparados do mundo, principalmente por manter o clima de Velozes e Furiosos 8 e por cenas pra lá de loucas e insanas, como a cena dos carros suicidas em plena New York por exemplo. Confira a ação por trás das câmeras e como foi bolado toda essa “milacria” cinematográfica de Velozes e Furiosos 8:

Vida | Crítica

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Vida faz um apanhado dos clássicos de terror e suspense sci-fi, com inspiração clara em filmes como A Bolha, Alien: O Oitavo Passageiro e Gravidade. Trazendo uma fórmula que em nada inova, mas sacia o vazio que há muito não era ocupado por uma obra do gênero - vide Prometheus, que tentou, mas não foi o suficiente.

O enredo mostra o cotidiano de seis astronautas - Dr. David Jordan (Jake Gyllenhaal), Dr. Miranda North (Rebecca Ferguson), Rory "Roy" Adams (Ryan Reynolds), Sho Murakami (Hiroyuki Sanada), Hugh Derry (Ariyon Bakare) e Ekaterina Golovkina (Olga Dihovichnaya) - em busca de provas da existência de vida extraterrestre. Nos primeiros minutos de filme, estes conseguem uma amostra que possui uma única célula e aparentemente está inerte, num estado de hibernação por falta de estímulos externos e condições de mantenimento, mas que através de experimentos é reanimada, se desenvolvendo rapidamente.

A célula alienígena é batizada com o nome de Calvin - num grande evento que faz ponte comunicativa entre a estação espacial e a Times Square - e possui toda a sua constituição corpórea de músculos, "olhos" e neurônios. A criatura consegue se libertar do laboratório e se mostra um predador voraz, extremamente adaptável e tão resistente quanto uma tardígrado às condições adversas. Por sua vez, os astronautas devem enfrentar o desconhecido e tentar sobreviver, num ambiente fechado e longe da terra com os poucos recursos disponíveis, ao predador perfeito. Uma luta pela sobrevivência de ambos os lados.

O suspense e tensão são constantes no filme, não deixando brecha para o expectador relaxar. Enfrentar o desconhecido em meio ao ambiente fechado da estação e desolador do espaço são grandes contribuintes para ampliar a sensação de terror. Nada mais aterrador que a combinação entre a falta de conhecimento sobre um inimigo que ameaça sua vida e um ambiente claustrofóbico. Outro ponto importante é a falta de edificação ou protagonismo de determinados personagens, deixando todos em pé de igualdade, passando a sensação que qualquer um pode ser a próxima vítima.

Os efeitos especiais são bons e convencem. A ideia para o formato do alien é bem interessante, pois está claro que dentes e garras afiadas já foram assustadores nos anos 80, mas agora é preciso mais que isso. A sutileza no qual a criatura se desenvolve, logo após mostrando sua voracidade ferrenha, e a amostra de suas capacidades aguçam o imaginário, fazendo com que a aparência simples e desprovida de detalhes protuberantes seja o maior sinal da adaptabilidade e resistência do predador espacial.

Vida é um filme que resgata o melhor do terror sci-fi, quebrando o longo hiato de filmes que cumprissem tão bem o seu papel no gênero. Mantendo o expectador focado em sua apresentação e satisfeito com o resultado da obra. Vamos torcer que se tiver uma continuação, que seja a altura do primeiro.

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Mundo Bruxo – conheça as escolas de magia e bruxaria no Brasil

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Quem nunca ouviu falar de Hogwarts, a tão famosa escola de magia e bruxaria do mundo famoso de Harry Potter? Todo mundo com certeza já ouviu falar, se encantou e desejou lá no fundo, fazer parte deste mundo fantasiado e maravilhoso.

Pois é galera, incrível não? Mais não é só o mundo mágico que tem o prazer de ter uma escola de magia e bruxaria. No Brasil também temos a nossa escola, chamada pela J.K R owlings de Castelobruxo em uma das suas entrevistas.

Mas enquanto não recebemos a nossa carta de convocação para o CasteloBruxo, podemos viver a aventura do mundo mágico de Harry Portter, numa escola em campos do Jordão SP, chamada de Escola de Magia e Bruxaria ou EMB, onde você terá aula de diversas disciplinas mágicas e at aula de voo de vassoura.

E pra quem não sabe, a EMB realizou no dia 25 de março o Baile de Verão em Natal RN e o canal Praia Nerd foi conferir. O baile foi espetacular e teve diversa atrações, como um show ao vivo com a banda Nicolau e os Flameis, venda de acessórios, comidas típica do mundo bruxo, entre outros.

Apresentação com os professores da EMB.

E o momento mais esperado da noite foi a participação do Dublador e YouTuber  Charles Emanuel, conhecido por diversos trabalhos de dublagem como Ben 10, Power Ranger vermelho e o mais conhecido e do mundo bruxo que é Ronald Weasley.

Velozes e Furiosos 8 | Crítica

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Se resgatarmos nas lembranças o filme de 2001 que iniciou a franquia, quem pensaria que esta se tornaria uma obra de rendimento bilionário? O carro chefe da carreira de Vin Diesel, que retornou a franquia no quarto filme, conta com orçamentos maiores a cada sequência, mais explosões e feitos "impossíveis" aos meros mortais.

O enredo do oitavo filme da franquia traz Dominic Toretto (Vin Diesel) como um dos antagonistas, lutando contra sua própria equipe por motivos desconhecidos - que logo são revelados sem fazer muito mistério. Dom passa a trabalhar para Cipher (Charlize Theron), uma terrorista cibernética extremamente talentosa e manipuladora, realizando roubos de informações e tecnologias sigilosas que podem ser usadas para iniciar uma guerra. Cabe a sua equipe/família com ajuda do agente Luke Robbs (Dwayne Johnson) e Deckard Shaw (Jason Statham) impedir Dom e descobrir o que motiva o mesmo.  

A história sempre foi um ponto muito simplório dentro da franquia. Focando na equipe de Dom como uma família e em alguma missão praticamente impossível que só a equipe dele pode realizar (porque a SWAT, FBI, exército, fuzileiros e outras forças especiais não são tão qualificados quanto eles...rsrsrs). Desta vez não foi diferente, uma história simples para sustentar muitas batidas de carros, explosões e cenas absurdas - como desviar a rota de um torpedo com as mãos. Mas, essa é a essência de Velozes e Furiosos. Não vamos assistir porque esperamos profundidade emocional, a não ser no sétimo devido a morte real de um dos atores (Paul Walker), e sim porque queremos vislumbrar o não factual da realidade.

A cada novo filme, talvez seja só impressão minha, infla o número de atores em cena. O que em si é ruim por não desenvolver e focar naqueles que são realmente interessantes, tendo que dividir tempo em cena com personagens completamente dispensáveis que recebem falas aleatórias para complementar as poucas cenas que vão compor. Vin Diesel possuía sinergia incrível com Paul Walker, seus personagens se antagonizavam em personalidade e se completavam como Yin Yang, os outros personagens eram e são completamente dispensáveis, com ressalva a Tyrese Gibson que serve como excelente alívio cômico interpretando Roman Pearce. Quando pensávamos não ver mais tal sinergia em cena, chega Jason Statham como Deckard Shaw (vilão do filme anterior) que interage de forma fluida com Dwayne (inclusive alguns disseram recentemente que houve até ciúmes por parte de Vin Diesel que chegou a pedir o corte de uma cena que dava muito destaque aos dois novos queridinhos da franquia). Temo dizer que a nova dupla é até mais divertida que a antiga, pois um não ofusca o outro, trazendo um perfeito equilíbrio no quesito ação e personalidade - o monstruosamente forte e o habilidoso, o agente da justiça e o criminoso.    

O filme impressiona pelas intensas cenas de ação, principalmente as que são protagonizadas por Dwayne e Statham. Os automóveis, que são primordiais na franquia, estão presentes nas mais variadas formas, desde tanques militares até modelos esportivos de luxo. Mas em algumas cenas é visível a computação gráfica não tão bem finalizada e com movimentação que fica muito aquém de um filme de grande orçamento, como na cena dos carros "zumbis".

Velozes e Furiosos mantém a qualidade recente dos filmes da franquia. Com muita ação, rachas, carros tunados à la Need for Speed e uma história que convence ao se levar em consideração que não é a espinha dorsal da franquia. Um filme que diverte e acima de tudo mantém a ascensão do que se tornou uma das maiores franquias de ação dos cinemas.

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